Desvendando uma polêmica – A prática da musculação pelas crianças e adolescentes

Publicada em: 27/11/2009 às 15h46m
Autor: Comunicação – CONFEF

Na última década fomos capazes de perceber o aumento do número de crianças e adolescentes praticantes de musculação, e o motivo provável para essa situação talvez seja a conscientização dos pais, lazer ou a influência estética que permeia a prática, pois nessa fase da vida os indivíduos sofrem grande influência da mídia e padrões sociais pré-estabelecidos, onde é preconizado o corpo belo ao corpo saudável.

É comum ver adolescentes obcecados por corpos musculosos e sarados, onde os mesmos não medem esforços e nem avaliam as conseqüências para alguns atos, como o uso de anabolizantes e suplementos alimentares não recomendados por médicos ou nutricionistas e não regulamentados pela Anvisa.

Muitos dos benefícios do treinamento de força na fase infanto-juvenil ainda são desconhecidos pela população leiga (principalmente os pais), e muitos dogmas ainda são sustentados por profissionais desatualizados que afirmam que a musculação interrompe o crescimento, tem caráter lesivo, faz mal a saúde nessa faixa etária, entre outros.

Segundo o posicionamento da National Strength and Conditioning Association, da American Orthopedic Society for Sports Medicine, e da American Academy of Pediatrics, os principais benefícios do treinamento de força em pré-puberes e adolescentes são:

1. Aumento da força muscular, potência e resistência muscular localizada (a capacidade de um músculo ou músculos de realizar múltiplas repetições contra uma dada resistência);

2. Diminuição de lesões nos esportes e nas atividades recreativas; e

3. Melhora do desempenho nos esportes e nas atividades recreativas.

No entanto os benefícios não cessam por aí. Hoje sabemos que crianças e adolescentes que praticam exercícios têm uma chance significativamente maior de tornarem-se adultos também ativos. Além da melhora no desempenho e da diminuição de lesões em esportes coletivos, a musculação pode auxiliar o desenvolvimento ósseo saudável da criança, aumentar o gasto calórico diário, melhorar modestamente a capacidade cardiovascular, o desempenho nas atividades cognitivas e diminuir o risco de doenças.

Os ganhos com a prática da musculação são muitos, porém o treinamento de força não deve enfatizar o levantamento de cargas máximas e sim salientar a perfeita realização técnica do movimento e a progressão pedagógica específica. Portanto, essa população pode praticar musculação, mas sempre com orientação de um profissional habilitado para priorizar seus benefícios.

* Pedro Póvoa é Bacharel e Licenciado em Educação Física pelo Centro Universitário Plínio Leite. Durante sua formação estagiou em academias como A! Body Tech, Clinimex e Tio Sam. Atualmente é Personal Trainer (Profissional Autônomo), atuando nas maiores academias do eixo Rio-Niterói.

Referências:

Fundamentos do treinamento de força muscular / Steven J. Fleck, William J. Kraemer; tradução Jerri Luiz Ribeiro. – 3. ed. – Porto Alegre: Artmed, 2006.

Bass, S.L. 2000. The prepubertal years a uniquely opportune stage of growth when the skeleton is most responsive to exercise? Sports Medicine 30: 73-70.

Ramsey, J.A., Blimkie, C.J.R, Smith, K., Garner, S., MacDougall, J.D., and Sale, D.G. 1990. Strength training effects in pubescent boys. Medicine and Science in Sports and Exercise 22: 605-614.

Kraemer, W.J., and Fleck, S.J. 1993. Strength training for young athletes. Champaign, IL: Human Kinetics

A desculpa do pneu furado

À véspera de uma prova, quatro alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar, faltar à prova e então, “dar um jeitinho” com o professor para fazerem a prova quando retornassem da viagem. Na terça feira, após o final de semana, retornaram à escola, dirigiram-se ao professor e argumentaram junto ao mesmo:
– Professor, tivemos que viajar no final de semana, e só retornamos na tarde de ontem. Na viajem, mil problemas nos acercaram, e dentre eles um pneu que furou e não conseguimos consertá-lo a tempo de chegarmos para fazer a prova de ontem. Será que o senhor poderia aplicar hoje a prova?
O professor, sempre compreensivo respondeu-lhes:
– Claro, vocês podem fazer a prova hoje à tarde após o almoço sem problema nenhum.
Os meninos voltaram para casa e estudaram bastante toda a matéria pedida pelo mestre. Uma vez com tudo na cabeça retornaram à escola.
Lá chegando o professor colocou-os em salas diferentes e entregou a prova que valeria 10 pontos, para que fosse resolvida. Na verdade a prova havia apenas duas perguntas:
Quando os alunos pegaram à folha sorriram por dentro achando que se dariam bem nos dez pontos, mas quando leu as perguntas tamanhas fora a surpresa:
– A primeira pergunta tratava da matéria a qual o professor pedira para que todos estudassem, mas a segunda, que valia nove pontos, perguntava o seguinte:
– Qual pneu do carro em que viajaram no final de semana furou?
Tamanha foi à surpresa dos alunos. Não precisava muito esforço para saber que somente uma coincidência muito grande os faria acertar aquela questão. Então um tanto envergonhado, um dos meninos chamou o mestre e acabou por lhe contar a verdade. O mestre pediu-lhe que respondesse a primeira pergunta e que se estivesse certa, lhe daria os 10 pontos. Os outros meninos não conseguiram resolver a prova e acabou ganhando nota 1 cada um deles.
Não é necessário dizer que a verdade sobressai em qualquer que for a circunstância. É bom lembrar que quando falamos a verdade não corremos o risco mais tarde de passar por uma situação difícil, pois não teremos que esconder a realidade de ninguém, pois sabemos que colheremos os frutos daquelas sementes que plantamos.

Autor: Desconhecido

A FELICIDADE É TUDO QUANDO ACREDITA EM DEUS, A FAMÍLIA É A BASE DE TUDO OBRIGADO SEMPRE

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HOLANDA 2 X 1 BRASIL – O BRASIL PERDE PARA ELE MESMO

Após um primeiro tempo bom para os brasileiros, onde ganhou da Holanda por 01 a zero gol de Robinho podendo ter ampliado tranquilamente o placar; voltou para o segundo tempo diferente, não no esquema tático e sim na atitude dos jogadores brasileiros que após ter sofrido um gol na falhas individuais de alguns jodadores, um deles o Felipi melo, o time brasileiro perdeu o foco da partida que teoricamente estava dominada já visto o que mostrou no primeiro tempo do jogo, também posso falar da comissão técnica que no meu entender desconheceram o histórico anterior de Felipe Melo que desconcentra após erros infantis,  ficando claro na entrevista do mesmo após a partida onde não sabendo explicar o motivo de sua exclusão do campo de jogo, disse não ter feito algo para tal, deste modo acredito que ele deveria ter cido substituído imediatamente depois do primeiro gol da Holanda pois quem acompanhou a participação do Felipe Melo no futebol Italiano desse ano poderia apostar que iria aprontar uma, a desconcentração dos jogadores brasileiros partiu do momento que sofreu o primeiro gol, e após a expulsão do Felipe Melo ficou ainda mais dificil jogando contra uma equipe que troca passe muito bem e sabe jogar com os erros do adversário; o Brasil perdeu para ele mesmo.

FELICIDADES AS GUERREIRAS, DOUTORAS NA ARTE DE AMAR; O DIA DAS MÃES TODOS OS DIAS ESSE EM ESPECIAL, FELICITO SEMPRE.

FRASE DO MÊS

POR: NINO SEVERIANO

Aquele que faz e recebe por que está fazendo, deve fazer bem feito e não esperar que tenha gratidão por isso; a gratidão é o soldo pelo serviço prestado.

O Vestibular mais difícil…

POR: NINO SEVERIANO

Em tudo que se busca fazer deve ser feito da melhor forma, uma vez escutei uma frase que falava da importância de se ter o conhecimento adquirido pela educação na escola, então fui fazer parte dela; no entanto, acredito que com os acontecimentos nos dias de hoje, somente isso não basta. Vários fatores fazem com este preceito fica prejudicado, a desvalorização em todos os eixos, dos professores e funcionários, principalmente da educação pública aquela que atende a maior demanda dos alunos no nosso país, faz com que interrompe os objetivos traçados a médio, curto e a longo prazo; não se pode planejar algo sem depender de outro na realização; “greve”, parada, interrupção de projeto, desvalorização na educação básica.

A educação que não se faz sozinha é um processo que está alem dos muros da escola dependendo da interação entre pais, alunos, escola e sociedade; hoje em dia, e cada vez mais sendo desmoralizada por todos envolvidos no processo, os pais que faz de conta que educa e passam toda responsabilidade à escola que faz de conta que ensina, os alunos que faz de conta que aprende os governantes que faz de conta que pagam por estes serviços, a sociedade que faz de conta que tudo está bem, ou seja viva no país das maravilhas.

Antigamente entendia-se que os professores eram de suma importância na vida do educando…, hoje a vida educa mais? A sociedade educa mais? A cobrança é maior? A educação é tradicionalista…? Momento para reflexão será o porquê disto fica uma pergunta, Seria por citado anteriormente? Ou a valorização em nosso meio se dá por aqueles que estão melhor colocados financeiramente, ou profissionalmente; cultura capitalista; para alcançar esse patamar precisa está bem com a educação que se tem? Acredito sempre que a educação faz parte de todo o processo para alcançar o que almeja, isso acontece em toda atuação profissional, um exemplo para reflexão posso dizer através de conhecimento na área o que muitos dizem até mesmo sem saber, os jogadores de futebol! Aqueles que “não estudaram…., que não vão a escola…, ganham um caminhão de dinheiro…”; posso dizer que no Brasil os garotos já nascem com uma bola no pé, então fica fácil; acredito que está é a maior mentira que se pode falar para uma criança que queira ser jogador de futebol profissional.

Precisamos passar para os garotos que somente através da educação, da escola regular e comprometida que podemos almejar o sucesso jogando futebol que é uma carreira difícil de se alcançar e curta profissionalmente, posso citar que no nosso país somente uma parcela pequena é bem sucedida neste esporte fazendo que esta profissão antes de ser alcançada passa por uma avaliação que no mínimo 04 anos de vestibular onde pouco consegue prosseguir fazendo com que seja o mais difícil e concorrido entre outras profissões, fatídico, é assunto que dá para desenvolver em simpósio; são vários os fatores que faz com que o esporte mais praticado no país somente uma parcela de milhares de alunos atletas alcance o que almeja, e “outros” lucram com ele. Então enfatizo que precisamos investir na educação de nosso país, pois, com ela tudo pode acontecer e para ser um jogador de futebol bem sucedido atuar nos gramados do país e no exterior o conhecimento dará um suporte para aqueles que pretendem alcançar o sucesso e não ser enganados com falsas promessas e com os vilões que estão envoltos no esporte, no entanto acredito que não existe vestibular difícil, a escolha que deve ser correta, a escolha começa nas ações que aprendemos na escola formal e na escola da vida e cada um deve ter ciência disto.

2ª COPA “BUIÃO” DE FUTEBOL CATEGORIAS 97, 98

OBJETIVOS:

  • Homenagem ao João Bosco dos Santos “Buião”, ex-atleta de futebol Profissional do Clube Atlético Mineiro, Corinthians, Flamengo, Vasco da Gama, Atlético Paranaense e outros, hoje Empresário bem sucedido no ramo transporte coletivo, um colaborador e incentivador do esporte principalmente do futebol de base;
  • Oportunizar aos garotos a competição de forma respeitosa, harmoniosa de maneira a contribuir na formação do caráter e cidadania.

PERÍODO DE REALIZAÇÃO:

08/05/2010

INSCRIÇÃO: R$ 150,00

TAXA DE ARBITRAGEM: R$ 100,00

OBS: DIVIDIDO ENTRE AS EQUIPES DURANTE O JOGO

LOCAL DOS JOGOS:

Os Jogos Serão Realizados nos Estádios do Vespasiano Esporte Clube, e do Lagoa Santa Esporte Clube

EQUIPES PARTICIPANTES CONFIRMADAS:

Cefals (Centro de Formação de Atletas Lagoa Santa)

Bola e Cia (Escolinha de Futebol do América Futebol Clube)

VP Vespasiano (Escola de Futebol Vandinho e Palinha)

União Celeste

Forrobol

EQUIPES CONVIDADAS:

América Futebol Clube

Clube Atlético Mineiro

Cruzeiro Esporte Clube

ORGANIZAÇÃO E INSCRIÇÃO CEFALS:

Ernani Carolino 31- 9897 7999 – 8867 8789

COLABORADORES:

BUIÃO- VIAÇÃO BUIÃO

NINO SEVERIANO- http://www.ninoseveriano.spaces.live.com

COPA DO MUNDO DA ÁFRICA DO SUL

PONTO DE ENCONTRO DO FUTEBOL MUNDIAL

(Projeto Piloto) POR: Nino Severiano

ESCOLA ESTADUAL RAUL TEIXEIRA DA COSTA SOBRINHO

“RATECOS”

SANTA LUZIA – MG

1º/2010

INTRODUÇÃO

Os maiores eventos esportivos acontecerão no nosso país no futuro bem mais próximo que possamos imaginar, tais como copa do mundo de futebol, olimpíadas entre outros de suma importância, causando impacto considerável em diversas áreas, movimentando diretamente setores diferentes da nossa economia, deste modo acontecendo nos dias de hoje, na África do sul com a copa do mundo de futebol.

1. OBJETIVO

Conhecer o legado do esporte o futebol e a copa do mudo bem como os países participantes da mesma, de forma integralizar aos educando diversas possibilidades de conhecimento sócio-cultural se não dizer afetivo-social, que essa modalidade proporciona.

2. JUSTIFICATIVA

Com as realizações destes eventos esportivos o país tem enorme possibilidade de gerar e aproveitar melhor os legados socioeducacionais, e os profissionais de educação possui papel significativo a este respeito, como incentivador formador e idealizador no fomento do educando com sua cidadania.

3. METODOLOGIA

Pesquisa de campo, aulas teórico, prática e expositiva, com riquezas de temas relacionados com os países participantes na copa do Mundo da África do Sul, sendo livre por disciplina, cuidando da interdisciplinaridade, dando ênfase à criatividade do educador, sem sair do plano de curso do mesmo.

4. RECURSOS NECESSÁRIOS PARA O DESENVOLVIMENTO

Será utilizada sala de aula e multimeios, biblioteca, quadra de esporte, computadores, máquina fotográfica, materiais esportivos e outros.

5. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Por se tratar de um trabalho interdisciplinar é de fundamental a participação de todos da comunidade escolar no contexto, as informações bem como os resultados obtidos serão de fundamental importância para nossa escola integralizando e incentivando os nossos alunos, proporcionando de forma critica conhecer diversos contextos, deste movimento esportivo que é a copa do mundo de futebol.

6. REFERÊNCIA:

www.ninoseveriano.spaces.live.com

www.museudofutebol.org.br

www.confef.org.br

“Não é função da Educação Física Escolar tornar um país uma potência olímpica de medalhas. O objetivo é a formação do cidadão e educação para a saúde.” Prof. Jorge Steinhilber, Presidente do CONFEF.

Copa do Mundo da África do Sul

Ponto de encontro do futebol mundial

De acordo com reuniões anteriores decidimos da participação de todos da comunidade escolar no projeto Copa do mundo, de forma a integralizar temas diversos sem sair do plano de curso vigente, deste modo foi feito juntamente com o professor de Geografia João Bosco uma adequação das turmas com os 32 Países participantes da copa de 2010, da qual a liberdade de temas por parte dos professores em trabalhar com as respectivas turmas de acordo com a representatividade das mesmas, a culminância do projeto dará em um torneio com aproximadamente 12 dias de competição, que foi decidido com a direção da escola as datas e horários conforme cronograma adiante, sendo que foi aceito proposta de utilização de alguns sábados com a participação de todos.

Turmas e Representação dos Países

PAV 2 – GANA E SUÍÇA

PAV 3 – AUSTRÁLIA E DINAMARCA

EJA – ESLOVÊNIA E NOVA ZELÂNDIA

1004 – CORÉIA DO SUL E COSTA DO MARFIM

1005 – URUGUAI E ESLOVÁQUIA

1006 – SÉRVIA E HONDURAS

1007– ARGÉLIA E CORÉIA DO NORTE

1008 – NIGÉRIA E PARAGUAI

1009 – GRÉCIA E CAMARÕES

2004 – BRASIL, JAPÃO E ESPANHA

2005 – ARGENTINA E ALEMANHA

2006 – INGLATERRA E ITÁLIA

2007– ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, FRANÇA E PORTUGAL

3003 – MÉXICO E HOLANDA

3004 – AFRICA DO SUL E CHILE

GRUPOS

Grupo A

Grupo B

Grupo C

Grupo D

Grupo E

Grupo F

Grupo G

Grupo H

3004

África do sul

2005 Argentina

2006 Inglaterra

2005 Alemanha

3003

Holanda

2006

Itália

2004

Brasil

2004

Espanha

3003

México

1008 Nigéria

2007 Estados Unidos da América

PAV 3 Austrália

PAV 3 Dinamarca

1008

Paraguai

1007 Coréia do Norte

PAV 2

Suíça

1005 Uruguai

1004

Coréia do Sul

1007

Argélia

1006

Sérvia

2004

Japão

EJA

Nova Zelândia

1004

Costa do Marfim

1006

Honduras

2007

França

1009 Grécia

EJA

Eslovênia

PAV 2

Gana

1009

Camarões

1005 Eslováquia

2007 Portugal

3004

Chile

Tabela da copa do mundo de Futebol “Ratecos”

Jogos 1ª. Fase Classificatória

hora

Data 12/06 Sábado

hora    

Data 25/06 Sexta Feira

08:30

Abertura

18:30

Estados Unidos x Argélia

09:00

África do Sul x México

19:00

Gana x Alemanha

09:30

Uruguai x França

20:00

Austrália x Sérvia

10:00

Argentina x Nigéria

20:30

Dinamarca x Japão

10:30

Coréia do Sul x Grécia

21:00

Camarões x Holanda

11:00

Inglaterra x Estados Unidos

21:30

Eslováquia x Itália

11:30

Argélia x Eslovênia

hora

Data 26/06 Sábado

hora

Data 14/06 Segunda feira

9:00

Paraguai x Nova Zelândia

18:30

Alemanha x Austrália

9:30

Portugal x Brasil

19:00

Sérvia x Gana

10:00

Coréia do Norte x Costa do Marfim

20:00

Holanda x Dinamarca

10:30

Chile x Espanha

20:30

Japão x Camarões

11:00

Suíça x Honduras

21:00

Itália x Paraguai

21:30

Nova Zelândia x Eslováquia

hora

Data 17/06 Quinta feira

18:30

Costa do Marfim x Portugal

19:00

Brasil x Coréia do Norte

20:00

Honduras x Chile

20:30

África do Sul x Uruguai

21:00

França x México

21:30

Grécia x Nigéria

hora

Data 18/06 Sexta Feira

18:30

Argentina x Coréia do Sul

19:00

Eslovênia x Estados Unidos

20:00

Inglaterra x Argélia

20:30

Alemanha x Sérvia

21:00

Gana x Austrália

21:30

Holanda x Japão

hora

Data 21/06 Segunda Feira

18:30

Camarões x Dinamarca

19:00

Eslováquia x Paraguai

20:00

Itália x Nova Zelândia

20:30

Brasil x Costa do Marfim

21:00

Portugal x Coréia do Norte

21:30

Chile x Suíça

hora

Data 24/06 Quinta Feira

18:30

Espanha x Honduras

19:00

México x Uruguai

20:00

França x África do Sul

20:30

Nigéria x Coréia do Sul

21:00

Grécia x Argentina

21:30

Eslovênia x Inglaterra

Oitavas de Finais

DATA 28/06 Segunda feira DATA 01/07 Quinta-feira

JOGO HORA JOGO HORA

1- 19:00 – 1 A ____ X 2 B_______ 5- 19:00 – 1 B ______X 2 A_______

2- 20:00 – 1 C_____X 2 D ______ 6- 20:00 – 1 D ______X 2 C ______

3- 20:30 – 1 E -____X 2 F_______ 7- 20:30 – 1 F _______X 2 E ______

4- 21:00 – 1 G ____X 2 H ______ 8- 21:00 – 1 H _______X 2 G _______

Quarta de Final 02/07 Sexta feira SEMIFINAIS DATA 03/07 Sábado

JOGO HORA

9- 19:00 – VENC 1_____X VENC 2 ______ JOGO HORA

10- 20:00 – VENC 3______X VENC 4_______ 13 – 8:00 – VENC 9 ______X VENC 10 ______

11- 20:30 – VENC 5-____X VENC 6 _______ 14 – 8:30 – VENC 11_______X VENC 12 ______

12- 21:00 – VENC 7 ____X VENC 8______

3º. E 4 º. LUGAR DATA 03/07 SÁBADO

09:00 HORAS _______X________

FINAL DATA 03/07 SÁBADO

10:OO HORAS_______X______

Normas gerais:

1-As turmas deverão confeccionar camisas com as cores da seleção que irão representar na copa e com a logomarca do Ratecos (ver com a supervisão), que serão utilizadas nos projetos e durante os jogos como uniforme obrigatório;

2- As regras dos jogos serão CBFS/FIFA e os participantes dos jogos deverão está cientes das mesmas;

3- As partidas terão 02 tempos de 10 minutos cada sendo 05 minutos de intervalo para descanso; somente na final esse tempo passará para 02 tempos de 15 minutos e 05 minutos para descanso;

4- As equipes deverão está devidamente uniformizada para prática do futsal, tênis, meias, caneleira e short e com a camisa da seleção que irá representar de acordo com item nº. 1

5- Cada equipe deverá está com uniforme da seleção que irá representar no dia da abertura, e postando a bandeira do mesmo que pode ser adquirida com a direção da escola para apresentação no desfile de abertura;

6- Cada turma deverá montar um espaço na escola definido juntamente com a supervisão para divulgação dos trabalhos relativos com os países que irão representar;

7- A turma deverá estudar o hino do País que irão representar bem como a tradução do mesmo que será apresentado no dia da abertura dos jogos.

8- Será de responsabilidade da turma a disciplina no ambiente escolar, ou seja: não será tolerado qualquer ato de indisciplina por parte dos alunos podendo ser punida toda a turma se caso ocorrer.

9- O atleta expulso da partida, estará automaticamente suspenso da partida seguinte; bem como aquele que receber o 2º cartão amarelo;

10- O atleta que desrespeitar o ambiente da escola, bem como cometer qualquer tipo de agressão, será imediatamente excluído da competição, não será aceito substituição do mesmo.

11- Os trabalhos interdisciplinares relativos ao projeto que necessitar apresentação, deverão ser feito ao sábado seguindo o cronograma da tabela dos jogos; ou podendo ser incluído outros sábados se necessário for.

12- Caso omisso em relação ao projeto será discutido com o corpo pedagógico da escola em caráter extraordinário.

Trabalho de Educação Física – Noturno valor: 25 créditos do 2º bimestre

Projeto: Copa do mundo da África do Sul, Ponto de Encontro do Futebol Mundial

Seguindo as normas gerais do projeto, cada turma deverá:

1- Confeccionar a camisa do País que irá representar; (todos devem tê-la até 12/05)

2- Estudar o Hino do País, bem como a tradução do mesmo (no caderno); (até 12/05); apresentar na abertura dos jogos (12/06)

3- Grafitar no muro da quadra a Bandeira do País, em acordo com a Direção da escola; (até dia 28/05);

4- Quando o futebol surgiu no País e como foi? No caderno, notificar no mural; (Até 12/05);

5- Montar no mural notícia, informações, curiosidades do futebol, do País em relação à Copa, ex: os atletas que irão á copa 2010, quais os campeonatos, torneios, jogador de destaque, o melhor jogador de todos os tempos, etc. (informações do dia 12/05 até o final da copa);

Observação: todos da turma devem participar do projeto, o mesmo como informado anteriormente será avaliado como crédito do 2º bimestre, e deve seguir as datas acima citado.

Nino Antônio Severiano

CREF-008616-G/MG

http://www.ninoseveriano.spaces.live.com

DEFINIÇÃO DE ESPORTE OU PROVA

PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO

POR: NINO SEVERIANO

INTRODUÇÃO

Surgimento ↔ Aplicação ↔ Evolução.

CONCEITUAÇÃO

Um dos Princípios Gerais do Treinamento Desportivo

Periodizar – Dividir em períodos, expor em tempos (Aurélio)

Divisão temporal e estrutural do processo de treinamento (Matveiev, 1981)

OBJETIVOS:

Preparar o atleta para:

Conseguir os melhores resultados.

As principais competições do ano.

Atingir sua melhor forma na competição mais importante.

AS FASES DO DESENVOLVIMENTO DA FORMA DESPORTIVA COMO BASE NATURAL DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO

Forma desportiva: Estado de pré-disposição ótima (a melhor) para a obtenção de elevados resultados desportivos, devido a uma correspondente preparação em cada novo escalão do aperfeiçoamento desportivo (Matveiev, 1981). É alcançada fisicamente e não é mantida no mesmo nível, no entanto, de ano para ano, os níveis alcançados podem ser melhorados.

FASES DE AQUISIÇÃO:

Compreende a formação e desenvolvimento das premissas da forma desportiva e sua consecução imediata.

Elevação do nível geral das possibilidades funcionais do organismo, desenvolvimento múltiplo das qualidades físicas e volitivas do desportista, formação dos hábitos e destrezas motoras (novos elementos da técnica e da tática).

Na Segunda metade: Elevação do nível de treinamento especial, desenvolvimento das qualidades de caráter específico, incremento do aperfeiçoamento da técnica e tática correspondentes.

MANUTENÇÃO (Estabilização relativa):

Caracteriza-se pela manutenção das condições ótimas > bons resultados.

Reduz-se o grau das reestruturações biológicas, porém ainda transcorre o aperfeiçoamento posterior > Resultados desportivos.

PERDA TEMPORÁRIA DA FORMA DESPORTIVA:

Caracteriza-se pela redução da readaptação de diversos aspectos do nível de treinamento, > Incremento de certos momentos de assimilação dos processos metabólicos plásticos.

PERÍODOS DO PROCESSO DE TREINAMENTO

Forma Desportiva (fases): influências do treinamento, cujo caráter varia com a fase de desenvolvimento da forma > PERÍODOS.

Fase da Forma Desportiva: Relativas ao processo biológico.

Períodos do Treinamento: Relativo a um processo pedagógico.

Assim: Os períodos são intervalos sucessivos de desenvolvimento da forma desportiva.

PERÍODO DE PREPARAÇÃO

Cria as premissas e condições para a aquisição da forma desportiva.

Objetiva: Preparação básica. O desenvolvimento da performance de competição (forma desportiva).

PERÍODO DE COMPETIÇÃO

Assegura a manutenção da forma desportiva e se aplica na obtenção de êxitos desportivos.

Objetiva: Apuramento da forma mediante a participação em competições, alcançando a melhor performance possível.

PERÍODO DE TRANSIÇÃO

Surge em função da necessidade de descanso ativo, evita o strain e garante a sucessão dos escalões do aperfeiçoamento desportivo (repouso ativo).

Objetiva: A prevenção para o sobretreinamento, a regeneração física e psíquica e a manutenção em parte do estado de treinamento.

CONTEÚDO E ESTRUTURA DO TREINAMENTO > PERÍODO DO TREINAMENTO

FASES DA FORMA DESPORTIVA

PERIODIZAÇÃO E CICLO

Periodização simples ou anual.

Periodização dupla ou semestral.

Dependência: Idade, nível do atleta, modalidade e situação específica.

DURAÇÃO DOS PERÍODOS

Orientação (Desportistas qualificados)

Preparatório > 3,5 / 4 até 5 / 7 meses.

Competição > 1,5 / 2 até 4 / 5 meses.

Transição > 3 / 4 semanas até 6 semanas.

FATORES RELATIVOS AO DIRECIONAMENTO DO TREINAMENTO

TIPOS DE EXERCÍCIOS

Gerais: Carga Global > musculatura e organismo.

Especiais: Características e capacidades típicas da modalidade.

Competição: Aceleração no processo de adaptação física e psíquica. Forma complexa de treinamento.

RELAÇÃO VOLUME X INTENSIDADE DE TREINAMENTO (IT)

Em cada período > significado especial.

Em geral > IT deve aumentar gradativamente até o início do período de competição e manter-se alta, e o volume aumentam até aproximadamente até a metade do período preparatório e depois tente diminuir.

ESTRUTURA CÍCLICA DO TREINAMENTO

MEGACICLO, MACROCICLO, MESOCICLO, MICROCICLO.

MEGACICLO

Envolve toda a vida do atleta; dura de 8 – 10 anos adiante. Está constituído por um conjunto de macrociclos; denomina-se de base; de máxima possibilidade e de lastro desportivo (longevidade desportiva).

MACROCICLO

Busca a obtenção da Forma Desportiva. Está constituído por um conjunto de Mesociclos. É a grande onda do treinamento, caracterizada pela tendência geral das ondas médias nos períodos de treinamento. Sua duração pode ser de 4 à 6 meses, até 1 à 2 anos. Ciclo trimestral, semestral ou anual de treinamento.

MESOCICLO

São etapas relativamente definidas do processo de treinamento. Sua duração varia entre 3 a 6 semanas. Está constituído pela união de vários Microciclos. Composto normalmente de 4 microciclos, sendo que um deles mais intenso que os outros três. Assim, o primeiro microciclos tem cargas leves, no segundo a carga aumenta e no terceiro alcança seu máximo. No quarto há uma diminuição da carga para o nível do segundo. Com esta carga inicia-se outro ciclo. A utilização dos Mesociclos pode ser das seguintes formas:

ENTRADAS

Utilizado ao iniciar-se processos de esportes de grandes ciclos.

BÁSICOS

Tipo principal do Período de Preparação. Podem ser de Preparação Geral e/ou Especial. São estruturados por meio dos Mesociclos.

BÁSICO DE DESENVOLVIMENTO

Caracterizam-se por um aumento da carga do Esporte. Busca-se o aumento das capacidades funcionais dos sistemas principais; a preparação da técnica e a preparação mental. Alternam-se com os estabilizadores, a seguir.

BÁSICOS ESTABILIZADORES

Caracterizados pela interrupção temporal do aumento da carga, para permitir a adaptação às exigências do Esporte.

DE CONTROLE

Representam uma etapa de transição entre os Mesociclos Básicos e Competitivos. Servem para descobrir deficiências técnicas e táticas.

PRÉ-COMPETITIVO

Utilizados para colocar em ponto o atleta. São próximos a uma competição principal. Caracterizados por trabalhos de preparação específica simulando ao atleta a situação de competição.

COMPETITIVOS

Coincidem com as competições fundamentais. Respeitam horas e situações diretas de competições.

DE RESTABELECIMENTO OU MANUTENÇÃO

São de carga suave. Utilizados em períodos de competições longas. São denominados de intermédios. Utilizados também na transição de um ciclo a outro.

PREPARATÓRIOS DE RESTABELECIMENTO

São similares aos Básicos, mas com muitos Microciclos de restabelecimento.

CARACTERÍSTICAS:

Desenvolvimento conjunto do volume e intensidade do esforço

Relação carga repouso é balanceada em termos semanais – A semana de alta carga sucede semana com menos carga > De forma a permitir relativa alta carga durante longo tempo e relativa baixa carga durante curto tempo.

MICROCICLO

É um grupo de unidades de treinamento organizado de tal forma que o ótimo valor de treinamento pode ser obtido em cada unidade. Barbante, 1978.

É um conjunto de atividades e constituem a unidade do treinamento. São as ondas pequenas do treinamento. Dura em geral de uma semana (2 a 7 dias – 1 semana ), com solicitações variadas em termos de Qualidade de Treinamento, variando também a estrutura de esforço

(intensidade e volume) no seu curso. Os Microciclos subdividem-se das seguintes formas:

GRADUAIS OU CORRENTES

Preparam o organismo para responder aos trabalhos de treinamento. Tem um baixo nível de incitação. Caracterizam-se por um volume considerável e o nível limitado de intensidade (Quantidade de trabalho). É utilizado no período preparatório, principalmente no Geral e também em alguns, no Especial.

DE CHOQUE

Caracterizam-se por um grande volume global de trabalho e um elevado nível de incitação. Tem como finalidade estimular os processos de adaptação do organismo. Caracterizado pelo aumento de intensidade. Utilizado no Período Preparatório Especial.

DE ACERCAMENTO OU DE APROXIMAÇÃO

Utilizado na preparação do atleta com relação às situações e condições de competição. Modelam regimes e programas de competição. Seu conteúdo é variado, e estão relacionados às etapas de preparação do atleta.

DE RECUPERAÇÃO OU DE RESTABELECIMENTO

Utilizado ao final de uma série de Microciclos de Choque ou ao final do período de competição. São destinados a assegurar o desenvolvimento ótimo dos processos de recuperação. Exercem um grau débil/baixo de incitação (descanso ativo).

DE COMPETIÇÃO

Conformam-se de acordo ao programa de futuras competições, tendo em conta o número de partidas/torneios, e a duração dos intervalos que os separam. Buscam-se atuações regulamentares, em dias, horas, da própria competição. Tem-se em conta o Tapering off (diminuição global) da carga de treinamento.

FUNDAMENTA-SE NA RELAÇÃO ESFORÇO (CARGA) E RECUPERAÇÃO.

Sua construção é influenciada:

Pela particularidade da modalidade esportiva (necessidades).

Pela etapa do processo de treinamento em longo prazo > Qualificação do atleta: Período da periodização.

Pelo objetivo específico do treinamento.

Pela capacidade individual de recuperação > Estado de treinamento e

Pelas condições para o treinamento.

NORMAS BÁSICAS PARA COMPOSIÇÃO DOS MICROCICLOS

As cargas devem ser estabelecidas de modo a permitir o processo de recuperação do atleta, independentemente do número de sessões de treinamento. Os conteúdos estabelecidos devem ser estabelecidos sem que haja monotonia, ou seja, saturação psíquica.

Ordenar os objetivos e conteúdos das sessões de treinamento de modo que as exigências de coordenação, velocidade, força rápida e máxima ocorram quando a capacidade de rendimento se encontre em um ponto alto. Colocar o treino forte no meio e no fim da semana > evitar que o atleta comece a semana com um cansaço acumulado.

ESTRUTURA DO CICLO ANUAL DE TREINAMENTO

Datas das competições fundamentais e secundárias (calendários de torneios e datas dos eventos). Data de iniciação e finalização de cada período. Data dos controles médicos e provas de eficiência física e técnica (testes de laboratório e de campo).

Meios de controles (testes) e normas a aplicar.

Estrutura do ciclo de preparação (número e tipos de etapas por períodos – Mesociclos).

Distribuição das cargas de treinamento em cada período e etapas.

Freqüência de treinamento por semana, por meses, etc.

Número de sessões de treinamento, semanais, para cada capacidade (ondas pequenas – Microciclos).

Acentos diários, semanais, mensais, etc. (planos operativos).

Conteúdos da preparação (seleção dos meios, métodos e sistemas de treinamentos a utilizar por períodos, etapas, etc.).

Outros (aspectos da vida do atleta – estudo, trabalho, etc.).

UNIDADE DE TREINAMENTO

É a menor fração do Processo de Treinamento. A estrutura da Unidade de Treinamento depende de:

Objetivos e conteúdo da sessão.

Utilização das fontes energéticas.

Especificidade das diferentes modalidades esportivas.

Na primeira parte são utilizados os exercícios que necessitam para a sua execução de uma recuperação completa e estado psicofísico repousado. Ex. coordenação, velocidade, força explosão e força máxima.

Na segunda parte são utilizados os exercícios que não necessitam para a sua execução de plena recuperação do organismo. Ex. exercícios de resistência, resistência de velocidade e de força. Na terceira etapa são aplicados os exercícios que podem ser executados em condições de estado psicofísico desgastado e sem a recuperação do organismo. Ex. resistência aeróbica.

COMBINAÇÕES MAIS FREQÜENTES:

VELOCIDADE + RESISTÊNCIA ANAERÓBICA

FORÇA MÁXIMA (Explosiva) + VELOCIDADE

RESISTÊNCIA ANAERÓBICA + RESISTÊNCIA AERÓBICA

FORÇA MÁXIMA (Explosiva) + RESISTÊNCIA DE FORÇA

TÉCNICA + OUTRAS QUALIDADES FÍSICAS

DEFINIÇÃO DE ESPORTE OU PROVA

Quando um jogo segue formas corretas de jogar e regra oficial é chamada de desporto (TEIXEIRA, 1995).

O desporto é alimentado pelo espírito de competição, onde o objetivo é a vitória justa e honesta, nas disputas cria situações onde os indivíduos são estimulados a se superar para conseguir o sucesso desejado.

As regras que o desporto obedece são as mesmas em todos os lugares e são determinadas por federações desportivas, e denominadas regras oficiais.

HISTÓRICO DA PREPARAÇÃO FÍSICA PARA O FUTEBOL DE CAMPO

  A preparação física no futebol é um dos fatores que mais evoluiu nas últimas décadas e continua evoluindo. O conhecimento do condicionamento físico para o futebol é de vital importância para o sucesso de uma equipe dentro de uma competição.

    Os primeiros indícios de treinamento físico no Brasil datam do início do século passado, por volta de 1904. As equipes paulistas tentaram substituir os treinamentos que reproduziam partidas, por outros tipos de treinamentos. O motivo inicial talvez tenha sido a dificuldade de se encontrarem atletas para realização desses treinos. O emprego de exercícios de condicionamento físico, como corridas de 100, 200, 400 e 800 metros, além de luta romana, ginástica alemã e halteres, passou a ser rotina entre as equipes. O importante a ser ressaltado era a preocupação com a força e não com a velocidade dos atletas (SANTOS NETO, 2000).

    Finalmente, a primeira atuação de um preparador físico ocorreu na Copa do Mundo de 1954, com a presença em algumas seleções de um elemento junto ao técnico, com a finalidade de dirigir as atividades físicas da equipe (BARROS, 1990).

  Na Seleção Brasileira, em 1958, a CBD (Confederação Brasileira de Desportos) convidou um professor, ex-jogador de futebol que exercia a função de treinador em um clube do Rio de Janeiro, para auxiliar o técnico da Seleção. Foi, portanto, o primeiro preparador físico no Brasil. Com o resultado no mundial, surgiram os primeiros preparadores físicos nos clubes. Nessa época, havia o conceito de que o preparador físico deveria ser um homem forte, de hábitos rudes, e que deveria exigir o máximo dos jogadores em atividades estafantes, nas quais não se verificavam os aspectos científicos do treinamento físico. Imperava no Brasil a fase de preparadores físicos militares. Coronéis, majores, capitães, tenentes, sargentos ou até mesmo policiais civis proliferavam nos clubes. Essa fase durou por muitos anos e acarretou sérios problemas entre jogadores e militares (BARROS, 1990).

A importância de um profissional capacitado nos clubes é fundamental. O preparador físico deve estar presente em todas as categorias e não somente na categoria profissional, pois existem intensidades e cargas diferentes para cada faixa etária.

    Hoje o aspecto científico do treinamento físico está muito desenvolvido. Os profissionais se especializam cada vez mais utilizando computadores e os mais variados aparelhos eletrônicos possíveis, para determinar o nível de condicionamento e a evolução dos atletas. Portanto, percebe-se que a preparação física evoluiu de tal maneira que seria impensável a falta de um profissional especializado em treinamento físico integrando a comissão técnica de uma equipe.

Segundo TEIXEIRA, (1995), é um esporte coletivo, onde desenvolvem a personalidade, exige uma melhor preparação psicológica para aumentar a autoconfiança e a segurança necessária para um melhor desempenho individual. O atletismo é considerado o desporto de base suas modalidade englobam movimentos necessários a todos os desportos atléticos.

A CORRIDA:

Uma das formas mais primitivas de exercício surgido da necessidade dos homens primitivos de andar mais depressa para fugir de alguns perigos ou perseguir a caça.

CORRIDA DE FUNDO E MEIO FUNDO:

CLASSIFICAÇÃO DA PROVA:

Prova Atlética realizada dentro de uma pista; é classificada como prova cíclica.

SOLICITAÇÃO DOS SISTEMAS ENERGÉTICOS:

A pratica regular da corrida aumenta a capacidade respiratória, melhora a circulação sanguínea e aumenta a força muscular.

Na corrida ultiliza-se de resistência anaeróbica e aeróbica, com um predomínio na resistência aeróbia.

FATORES FÍSICOS PREDOMINANTES:

A corrida de pequenos percursos, o mais importante é a velocidade do atleta, não exige muita resistência, as de longos percursos exigem principalmente de resistência. Corrida de fundo e meio fundo refere-se: Velocidade de deslocamento; Coordenação; Ritmo; Resistência muscular localizada nos membros inferiores; Flexibilidade Descontração diferencial, Descontração total. (TUBINO, 1979).

TÉCNICA E TÁTICA:

Partida: Em que o Atleta procura ganhar impulsos para chegar mais rapidamente a sua melhor velocidade.

Percurso: Em que o atleta procura manter a velocidade.

Chegada: Em que o Atleta cruze a linha de chegada.

Nas provas de resistência os atletas saem de pé, Logo após a partida ao iniciar o percurso, o corredor aumenta gradativamente suas passadas atingindo o máximo de sua velocidade, o corredor então preocupa se em manter essa velocidade com amplos movimentos dos braços.

FATORES PSICOLOGICO:

A concentração é um preparo mental de fundamental importância para a prova de corrida, através da concentração o atleta fará com que os músculos trabalhem em conjunto com a mente e o sentidos realizando movimentos mais perfeitos.

O atleta deve concentrar se quando for realizar a prova, antes da realização de uma corrida ele deve visualizar-se correndo perfeitamente e chegando e primeiro lugar; com essas observações ele vai organizar os movimentos, adquirindo mais coordenação e isto lhe Dara segurança necessária para se aperfeiçoar constantemente. (TEIXEIRA, 1995).

QUALIDADES FÍSICAS:

BARANOV, (1972), identificou para corridas de meio de fundo as seguintes qualidades físicas especificas: resistência aeróbica; resistência anaeróbica; velocidade e força explosiva.

A fase de preparação física especifica exerce uma influência muito determinada, contribuindo para o desenvolvimento das funções vegetativas e motoras do atleta, com ênfase nas qualidades físicas específica da modalidade esportiva.

(TUBINO, 1979).

PRINCÍPIOS BÁSICOS DE TREINAMENTO PARA CORREDORES

Como preparar um corredor de meio-fundo? Primeiramente deve deixar bem claro, que na preparação de um corredor de meio-fundo é a parte aeróbica. Antes de lançar o atleta no treinamento específico para as provas de meio-fundo, trabalha por cerca de dois anos o seu lastro aeróbico, correr fácil para depois correr forte, esse é o lema. A base aeróbia visa também condicionar o corredor de meio-fundo para quando ele subir de prova, não sentir o efeito psicológico das distâncias mais longas.

Essa primeira fase consiste principalmente em trabalhos de endurance, longos e lentos onde procura trabalhar a parte psicológica do atleta, a paciência para se correr lento por muito tempo, corrigir a postura, trabalhos de força natural (montanha, areia, cross, circuitos).

Após esses dois anos basicamente aeróbicos, passa-se a segunda fase onde o atleta está pronto para o treinamento específico, que consiste em três fases: base, intermediário e de polimento, ou competitivo.

A primeira fase (base) que vai de Novembro a Março, consiste no trabalho de maratoniano, o mínimo de 140 a 180 km/semana.

Novembro – mês totalmente composto de corridas longas.
Dezembro – corridas longas intercaladas de sessões de fartlek.
Janeiro – longos, fartlek, cross e circuitos.
Fevereiro – corridas em montanha, dunas, fartlek e circuitos.
Março – transição da base para o treino intermediário, onde o atleta terá uma sessão por semana na pista do atletismo.

Segunda fase (intermediária) que compreende os meses de Abril e Maio. A quilometragem semanal dessa fase cai para cerca de 120 a 140km/semana.

Abril – duas sessões por semana na pista com repetições basicamente aeróbicas.
Maio – duas sessões por semana na pista de repetições, sendo uma
anaeróbica e outra aeróbica.

Terceira fase (competitiva) que vai dos meses de Junho a Setembro. A quilometragem semanal deverá ficar em torno de 100km/semana.

SESSÃO DE TREINO NA FASE COMPETITIVA PARA CORREDOR DE MEIO FUNDO, EXEMPLO DE UMA SEMANA:

Segunda-feira – manhã – 12km 80% do esforço.
Tarde – 40 minutos de grama.

Terça-feira – manhã – repetições totalmente lácticas.
Tarde – 40 minutos de grama.

Quarta-feira– manhã – 16km 50% do esforço.
Tarde – 40 minutos de grama.

Quinta-feira– manhã – repetições intermediárias entre aeróbicas e lácticas.
Tarde – 40 minutos de grama.

Sexta-feira– manhã – 8km 90% do esforço.
Tarde – 40 minutos de grama.

Sábado – manhã – repetições de ritmo (aeróbicas).

Domingo – manhã – 60 minutos de corrida de relaxamento na grama.

Observação: Entre as fases aplica-se uma semana de treino relax.

Depois da forma física ter sido atingida o atleta deve compreender que o treino duro foi completado, que só treino de manutenção e competições devem seguir-se até o final da temporada, com todos os esforços e concentração voltados para as competições. Muitos técnicos e atletas cometem o erro de continuar a treinar duramente depois de ter atingido a forma máxima. Os treinos do dia seguintes às competições devem ser trotes com fins de recuperação.

Preparação para corredores de fundo

Corredor de fundo, Nas corridas de longas distâncias a maior virtude é a paciência. Então a recomendação aos atletas é que não corra forte antes de poder correr fácil. O nome já diz corrida de resistência, então quanto mais quilometragem melhor.
Como foi abordado sobre treinamento de corredores de meio-fundo, o desenvolvimento completo de um corredor de fundo se baseia na mesma premissa, muitos e muitos anos de treinamento para se atingir o máximo do rendimento, nada mais que o óbvio.

A programação consiste em três fases, isto é:

1 – Período de base – Compreende 4 meses, sendo as 4 primeiras semanas basicamente de corridas longas em ritmo lento “endurance”, as 8 semanas seguintes da-se ênfase ao trabalho de força natural, ou seja, corridas em montanhas ou dunas de areia e cross-country, nas 4 semanas restantes passa-se ao treinamento variado que consiste de “Fartlek”, corridas longas e lentas e corridas curtas em ritmo forte a 85% de esforço. A quilometragem atribuída a essa fase do treinamento, deverá obedecer ao lastro dos anos de treinamento de cada atleta.
2 – Período de pré-competição – Compreende 3 meses, onde se introduz o “Interval-training” duas vezes por semana mesclado com trabalho de força, técnica e resistência.
3 – Período de competição– Treinamento de manutenção, não se descuidando das regras básicas para o corredor de fundo, ou seja, resistência, força e velocidade. Foi-se o tempo que para o fundista o primordial era só a resistência, hoje vemos corredores que competem em provas que vão dos 800 metros aos 10.000 metros com a mesma desenvoltura – exemplos clássicos: Said Aoita, campeão olímpico dos 5.000 metros (84) e medalha de bronze nos 800 metros (88).

REFERÊNCIAS:

BARBANTI, V.J. Teoria e Prática do Treinamento Desportivo. São Paulo. Editora USP, 1996.

BRACHT, V. Educação Física e Aprendizagem Social. Porto Alegre. Magister, 1992.

BARANOV, Errores EM El Entreinamiento de los Médio Fundistas Soviéticos Novidades em Atletismo, Centro de documentacion e informacion, Instituto Nacional de Educacion Física y Desportes, nº 1,21-26; Madri, 1972.

HEGEDUS, J de –Teoria General y Especial Del Entreinamiento Deportivo; Editorial Stadium,Buenos Aires, 1973.

LYDIARD, Arthur. Running to the top. Editora Meyer & Meyer Sport, 1995.

SILVA, E.A.V. Esportes e Atividades Físicas. Rio de Janeiro. Guavira, 1997.Silva, V. F. Avaliação Qualitativa em Educação Física. SPRINT. Rio de Janeiro, 1990.

TEIXEIRA, Hudson Ventura. Educação Física e Desporto; Editora Saraiva, 1º Ed. 1995.

TUBINO, Manoel José Gomes. Metodologia Científica do Treinamento Desportivo; Editora Lisa, 1º Ed. 1979.

TUBINO, M.G. Valências Físicas. Editora Brasiliense. Rio de Janeiro, 1990