POR: NINO SEVERIANO
Aquele que faz e recebe por que está fazendo, deve fazer bem feito e não esperar que tenha gratidão por isso; a gratidão é o soldo pelo serviço prestado.
BLOG – NINO SEVERIANO – EDUCAÇÃO & DESPORTO
Ajudo profissionais de Educação Física a se destacarem no mercado | Ajudo atletas do Futebol a aproveitarem as oportunidades e se tornarem jogadores profissionais bem-sucedidos | Criador do Método Rumo |Método Educação Física Sem Barreiras | Método Rumo Ao Futebol
POR: NINO SEVERIANO
Aquele que faz e recebe por que está fazendo, deve fazer bem feito e não esperar que tenha gratidão por isso; a gratidão é o soldo pelo serviço prestado.
OBJETIVOS:
PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
08/05/2010
INSCRIÇÃO: R$ 150,00
TAXA DE ARBITRAGEM: R$ 100,00
OBS: DIVIDIDO ENTRE AS EQUIPES DURANTE O JOGO
LOCAL DOS JOGOS:
Os Jogos Serão Realizados nos Estádios do Vespasiano Esporte Clube, e do Lagoa Santa Esporte Clube
EQUIPES PARTICIPANTES CONFIRMADAS:
Cefals (Centro de Formação de Atletas Lagoa Santa)
Bola e Cia (Escolinha de Futebol do América Futebol Clube)
VP Vespasiano (Escola de Futebol Vandinho e Palinha)
União Celeste
Forrobol
EQUIPES CONVIDADAS:
América Futebol Clube
Clube Atlético Mineiro
Cruzeiro Esporte Clube
ORGANIZAÇÃO E INSCRIÇÃO CEFALS:
Ernani Carolino 31- 9897 7999 – 8867 8789
COLABORADORES:
BUIÃO- VIAÇÃO BUIÃO
NINO SEVERIANO- http://www.ninoseveriano.spaces.live.com
PONTO DE ENCONTRO DO FUTEBOL MUNDIAL
(Projeto Piloto) POR: Nino Severiano
ESCOLA ESTADUAL RAUL TEIXEIRA DA COSTA SOBRINHO
“RATECOS”
SANTA LUZIA – MG
1º/2010
Os maiores eventos esportivos acontecerão no nosso país no futuro bem mais próximo que possamos imaginar, tais como copa do mundo de futebol, olimpíadas entre outros de suma importância, causando impacto considerável em diversas áreas, movimentando diretamente setores diferentes da nossa economia, deste modo acontecendo nos dias de hoje, na África do sul com a copa do mundo de futebol.
1. OBJETIVO
Conhecer o legado do esporte o futebol e a copa do mudo bem como os países participantes da mesma, de forma integralizar aos educando diversas possibilidades de conhecimento sócio-cultural se não dizer afetivo-social, que essa modalidade proporciona.
2. JUSTIFICATIVA
Com as realizações destes eventos esportivos o país tem enorme possibilidade de gerar e aproveitar melhor os legados socioeducacionais, e os profissionais de educação possui papel significativo a este respeito, como incentivador formador e idealizador no fomento do educando com sua cidadania.
3. METODOLOGIA
Pesquisa de campo, aulas teórico, prática e expositiva, com riquezas de temas relacionados com os países participantes na copa do Mundo da África do Sul, sendo livre por disciplina, cuidando da interdisciplinaridade, dando ênfase à criatividade do educador, sem sair do plano de curso do mesmo.
Será utilizada sala de aula e multimeios, biblioteca, quadra de esporte, computadores, máquina fotográfica, materiais esportivos e outros.
Por se tratar de um trabalho interdisciplinar é de fundamental a participação de todos da comunidade escolar no contexto, as informações bem como os resultados obtidos serão de fundamental importância para nossa escola integralizando e incentivando os nossos alunos, proporcionando de forma critica conhecer diversos contextos, deste movimento esportivo que é a copa do mundo de futebol.
6. REFERÊNCIA:
www.ninoseveriano.spaces.live.com
“Não é função da Educação Física Escolar tornar um país uma potência olímpica de medalhas. O objetivo é a formação do cidadão e educação para a saúde.” Prof. Jorge Steinhilber, Presidente do CONFEF.
Copa do Mundo da África do Sul
Ponto de encontro do futebol mundial
De acordo com reuniões anteriores decidimos da participação de todos da comunidade escolar no projeto Copa do mundo, de forma a integralizar temas diversos sem sair do plano de curso vigente, deste modo foi feito juntamente com o professor de Geografia João Bosco uma adequação das turmas com os 32 Países participantes da copa de 2010, da qual a liberdade de temas por parte dos professores em trabalhar com as respectivas turmas de acordo com a representatividade das mesmas, a culminância do projeto dará em um torneio com aproximadamente 12 dias de competição, que foi decidido com a direção da escola as datas e horários conforme cronograma adiante, sendo que foi aceito proposta de utilização de alguns sábados com a participação de todos.
Turmas e Representação dos Países
PAV 2 – GANA E SUÍÇA
PAV 3 – AUSTRÁLIA E DINAMARCA
EJA – ESLOVÊNIA E NOVA ZELÂNDIA
1004 – CORÉIA DO SUL E COSTA DO MARFIM
1005 – URUGUAI E ESLOVÁQUIA
1006 – SÉRVIA E HONDURAS
1007– ARGÉLIA E CORÉIA DO NORTE
1008 – NIGÉRIA E PARAGUAI
1009 – GRÉCIA E CAMARÕES
2004 – BRASIL, JAPÃO E ESPANHA
2005 – ARGENTINA E ALEMANHA
2006 – INGLATERRA E ITÁLIA
2007– ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, FRANÇA E PORTUGAL
3003 – MÉXICO E HOLANDA
3004 – AFRICA DO SUL E CHILE
GRUPOS
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Grupo A |
Grupo B |
Grupo C |
Grupo D |
Grupo E |
Grupo F |
Grupo G |
Grupo H |
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3004 África do sul |
2005 Argentina |
2006 Inglaterra |
2005 Alemanha |
3003 Holanda |
2006 Itália |
2004 Brasil |
2004 Espanha |
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3003 México |
1008 Nigéria |
2007 Estados Unidos da América |
PAV 3 Austrália |
PAV 3 Dinamarca |
1008 Paraguai |
1007 Coréia do Norte |
PAV 2 Suíça |
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1005 Uruguai |
1004 Coréia do Sul |
1007 Argélia |
1006 Sérvia |
2004 Japão |
EJA Nova Zelândia |
1004 Costa do Marfim |
1006 Honduras |
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2007 França |
1009 Grécia |
EJA Eslovênia |
PAV 2 Gana |
1009 Camarões |
1005 Eslováquia |
2007 Portugal |
3004 Chile |
Tabela da copa do mundo de Futebol “Ratecos”
Jogos 1ª. Fase Classificatória
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hora |
Data 12/06 Sábado |
hora |
Data 25/06 Sexta Feira |
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08:30 |
Abertura |
18:30 |
Estados Unidos x Argélia |
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09:00 |
África do Sul x México |
19:00 |
Gana x Alemanha |
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09:30 |
Uruguai x França |
20:00 |
Austrália x Sérvia |
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10:00 |
Argentina x Nigéria |
20:30 |
Dinamarca x Japão |
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10:30 |
Coréia do Sul x Grécia |
21:00 |
Camarões x Holanda |
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11:00 |
Inglaterra x Estados Unidos |
21:30 |
Eslováquia x Itália |
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11:30 |
Argélia x Eslovênia |
hora |
Data 26/06 Sábado |
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hora |
Data 14/06 Segunda feira |
9:00 |
Paraguai x Nova Zelândia |
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18:30 |
Alemanha x Austrália |
9:30 |
Portugal x Brasil |
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19:00 |
Sérvia x Gana |
10:00 |
Coréia do Norte x Costa do Marfim |
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20:00 |
Holanda x Dinamarca |
10:30 |
Chile x Espanha |
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20:30 |
Japão x Camarões |
11:00 |
Suíça x Honduras |
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21:00 |
Itália x Paraguai |
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21:30 |
Nova Zelândia x Eslováquia |
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hora |
Data 17/06 Quinta feira |
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18:30 |
Costa do Marfim x Portugal |
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19:00 |
Brasil x Coréia do Norte |
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20:00 |
Honduras x Chile |
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20:30 |
África do Sul x Uruguai |
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21:00 |
França x México |
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21:30 |
Grécia x Nigéria |
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hora |
Data 18/06 Sexta Feira |
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18:30 |
Argentina x Coréia do Sul |
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19:00 |
Eslovênia x Estados Unidos |
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20:00 |
Inglaterra x Argélia |
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20:30 |
Alemanha x Sérvia |
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21:00 |
Gana x Austrália |
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21:30 |
Holanda x Japão |
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hora |
Data 21/06 Segunda Feira |
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18:30 |
Camarões x Dinamarca |
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19:00 |
Eslováquia x Paraguai |
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20:00 |
Itália x Nova Zelândia |
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20:30 |
Brasil x Costa do Marfim |
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21:00 |
Portugal x Coréia do Norte |
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21:30 |
Chile x Suíça |
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hora |
Data 24/06 Quinta Feira |
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18:30 |
Espanha x Honduras |
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19:00 |
México x Uruguai |
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20:00 |
França x África do Sul |
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20:30 |
Nigéria x Coréia do Sul |
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21:00 |
Grécia x Argentina |
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21:30 |
Eslovênia x Inglaterra |
Oitavas de Finais
DATA 28/06 Segunda feira DATA 01/07 Quinta-feira
JOGO HORA JOGO HORA
1- 19:00 – 1 A ____ X 2 B_______ 5- 19:00 – 1 B ______X 2 A_______
2- 20:00 – 1 C_____X 2 D ______ 6- 20:00 – 1 D ______X 2 C ______
3- 20:30 – 1 E -____X 2 F_______ 7- 20:30 – 1 F _______X 2 E ______
4- 21:00 – 1 G ____X 2 H ______ 8- 21:00 – 1 H _______X 2 G _______
Quarta de Final 02/07 Sexta feira SEMIFINAIS DATA 03/07 Sábado
JOGO HORA
9- 19:00 – VENC 1_____X VENC 2 ______ JOGO HORA
10- 20:00 – VENC 3______X VENC 4_______ 13 – 8:00 – VENC 9 ______X VENC 10 ______
11- 20:30 – VENC 5-____X VENC 6 _______ 14 – 8:30 – VENC 11_______X VENC 12 ______
12- 21:00 – VENC 7 ____X VENC 8______
3º. E 4 º. LUGAR DATA 03/07 SÁBADO
09:00 HORAS _______X________
FINAL DATA 03/07 SÁBADO
10:OO HORAS_______X______
Normas gerais:
1-As turmas deverão confeccionar camisas com as cores da seleção que irão representar na copa e com a logomarca do Ratecos (ver com a supervisão), que serão utilizadas nos projetos e durante os jogos como uniforme obrigatório;
2- As regras dos jogos serão CBFS/FIFA e os participantes dos jogos deverão está cientes das mesmas;
3- As partidas terão 02 tempos de 10 minutos cada sendo 05 minutos de intervalo para descanso; somente na final esse tempo passará para 02 tempos de 15 minutos e 05 minutos para descanso;
4- As equipes deverão está devidamente uniformizada para prática do futsal, tênis, meias, caneleira e short e com a camisa da seleção que irá representar de acordo com item nº. 1
5- Cada equipe deverá está com uniforme da seleção que irá representar no dia da abertura, e postando a bandeira do mesmo que pode ser adquirida com a direção da escola para apresentação no desfile de abertura;
6- Cada turma deverá montar um espaço na escola definido juntamente com a supervisão para divulgação dos trabalhos relativos com os países que irão representar;
7- A turma deverá estudar o hino do País que irão representar bem como a tradução do mesmo que será apresentado no dia da abertura dos jogos.
8- Será de responsabilidade da turma a disciplina no ambiente escolar, ou seja: não será tolerado qualquer ato de indisciplina por parte dos alunos podendo ser punida toda a turma se caso ocorrer.
9- O atleta expulso da partida, estará automaticamente suspenso da partida seguinte; bem como aquele que receber o 2º cartão amarelo;
10- O atleta que desrespeitar o ambiente da escola, bem como cometer qualquer tipo de agressão, será imediatamente excluído da competição, não será aceito substituição do mesmo.
11- Os trabalhos interdisciplinares relativos ao projeto que necessitar apresentação, deverão ser feito ao sábado seguindo o cronograma da tabela dos jogos; ou podendo ser incluído outros sábados se necessário for.
12- Caso omisso em relação ao projeto será discutido com o corpo pedagógico da escola em caráter extraordinário.
Trabalho de Educação Física – Noturno valor: 25 créditos do 2º bimestre
Projeto: Copa do mundo da África do Sul, Ponto de Encontro do Futebol Mundial
Seguindo as normas gerais do projeto, cada turma deverá:
1- Confeccionar a camisa do País que irá representar; (todos devem tê-la até 12/05)
2- Estudar o Hino do País, bem como a tradução do mesmo (no caderno); (até 12/05); apresentar na abertura dos jogos (12/06)
3- Grafitar no muro da quadra a Bandeira do País, em acordo com a Direção da escola; (até dia 28/05);
4- Quando o futebol surgiu no País e como foi? No caderno, notificar no mural; (Até 12/05);
5- Montar no mural notícia, informações, curiosidades do futebol, do País em relação à Copa, ex: os atletas que irão á copa 2010, quais os campeonatos, torneios, jogador de destaque, o melhor jogador de todos os tempos, etc. (informações do dia 12/05 até o final da copa);
Observação: todos da turma devem participar do projeto, o mesmo como informado anteriormente será avaliado como crédito do 2º bimestre, e deve seguir as datas acima citado.
Nino Antônio Severiano
CREF-008616-G/MG
POR: NINO SEVERIANO
Surgimento ↔ Aplicação ↔ Evolução.
Um dos Princípios Gerais do Treinamento Desportivo
Periodizar – Dividir em períodos, expor em tempos (Aurélio)
Divisão temporal e estrutural do processo de treinamento (Matveiev, 1981)
OBJETIVOS:
Preparar o atleta para:
Conseguir os melhores resultados.
As principais competições do ano.
Atingir sua melhor forma na competição mais importante.
AS FASES DO DESENVOLVIMENTO DA FORMA DESPORTIVA COMO BASE NATURAL DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO
Forma desportiva: Estado de pré-disposição ótima (a melhor) para a obtenção de elevados resultados desportivos, devido a uma correspondente preparação em cada novo escalão do aperfeiçoamento desportivo (Matveiev, 1981). É alcançada fisicamente e não é mantida no mesmo nível, no entanto, de ano para ano, os níveis alcançados podem ser melhorados.
FASES DE AQUISIÇÃO:
Compreende a formação e desenvolvimento das premissas da forma desportiva e sua consecução imediata.
Elevação do nível geral das possibilidades funcionais do organismo, desenvolvimento múltiplo das qualidades físicas e volitivas do desportista, formação dos hábitos e destrezas motoras (novos elementos da técnica e da tática).
Na Segunda metade: Elevação do nível de treinamento especial, desenvolvimento das qualidades de caráter específico, incremento do aperfeiçoamento da técnica e tática correspondentes.
MANUTENÇÃO (Estabilização relativa):
Caracteriza-se pela manutenção das condições ótimas > bons resultados.
Reduz-se o grau das reestruturações biológicas, porém ainda transcorre o aperfeiçoamento posterior > Resultados desportivos.
PERDA TEMPORÁRIA DA FORMA DESPORTIVA:
Caracteriza-se pela redução da readaptação de diversos aspectos do nível de treinamento, > Incremento de certos momentos de assimilação dos processos metabólicos plásticos.
Forma Desportiva (fases): influências do treinamento, cujo caráter varia com a fase de desenvolvimento da forma > PERÍODOS.
Fase da Forma Desportiva: Relativas ao processo biológico.
Períodos do Treinamento: Relativo a um processo pedagógico.
Assim: Os períodos são intervalos sucessivos de desenvolvimento da forma desportiva.
Cria as premissas e condições para a aquisição da forma desportiva.
Objetiva: Preparação básica. O desenvolvimento da performance de competição (forma desportiva).
PERÍODO DE COMPETIÇÃO
Assegura a manutenção da forma desportiva e se aplica na obtenção de êxitos desportivos.
Objetiva: Apuramento da forma mediante a participação em competições, alcançando a melhor performance possível.
Surge em função da necessidade de descanso ativo, evita o strain e garante a sucessão dos escalões do aperfeiçoamento desportivo (repouso ativo).
Objetiva: A prevenção para o sobretreinamento, a regeneração física e psíquica e a manutenção em parte do estado de treinamento.
CONTEÚDO E ESTRUTURA DO TREINAMENTO > PERÍODO DO TREINAMENTO
Periodização simples ou anual.
Periodização dupla ou semestral.
Dependência: Idade, nível do atleta, modalidade e situação específica.
Orientação (Desportistas qualificados)
Preparatório > 3,5 / 4 até 5 / 7 meses.
Competição > 1,5 / 2 até 4 / 5 meses.
Transição > 3 / 4 semanas até 6 semanas.
FATORES RELATIVOS AO DIRECIONAMENTO DO TREINAMENTO
Gerais: Carga Global > musculatura e organismo.
Especiais: Características e capacidades típicas da modalidade.
Competição: Aceleração no processo de adaptação física e psíquica. Forma complexa de treinamento.
RELAÇÃO VOLUME X INTENSIDADE DE TREINAMENTO (IT)
Em cada período > significado especial.
Em geral > IT deve aumentar gradativamente até o início do período de competição e manter-se alta, e o volume aumentam até aproximadamente até a metade do período preparatório e depois tente diminuir.
MEGACICLO, MACROCICLO, MESOCICLO, MICROCICLO.
Envolve toda a vida do atleta; dura de 8 – 10 anos adiante. Está constituído por um conjunto de macrociclos; denomina-se de base; de máxima possibilidade e de lastro desportivo (longevidade desportiva).
Busca a obtenção da Forma Desportiva. Está constituído por um conjunto de Mesociclos. É a grande onda do treinamento, caracterizada pela tendência geral das ondas médias nos períodos de treinamento. Sua duração pode ser de 4 à 6 meses, até 1 à 2 anos. Ciclo trimestral, semestral ou anual de treinamento.
São etapas relativamente definidas do processo de treinamento. Sua duração varia entre 3 a 6 semanas. Está constituído pela união de vários Microciclos. Composto normalmente de 4 microciclos, sendo que um deles mais intenso que os outros três. Assim, o primeiro microciclos tem cargas leves, no segundo a carga aumenta e no terceiro alcança seu máximo. No quarto há uma diminuição da carga para o nível do segundo. Com esta carga inicia-se outro ciclo. A utilização dos Mesociclos pode ser das seguintes formas:
Utilizado ao iniciar-se processos de esportes de grandes ciclos.
Tipo principal do Período de Preparação. Podem ser de Preparação Geral e/ou Especial. São estruturados por meio dos Mesociclos.
Caracterizam-se por um aumento da carga do Esporte. Busca-se o aumento das capacidades funcionais dos sistemas principais; a preparação da técnica e a preparação mental. Alternam-se com os estabilizadores, a seguir.
Caracterizados pela interrupção temporal do aumento da carga, para permitir a adaptação às exigências do Esporte.
Representam uma etapa de transição entre os Mesociclos Básicos e Competitivos. Servem para descobrir deficiências técnicas e táticas.
Utilizados para colocar em ponto o atleta. São próximos a uma competição principal. Caracterizados por trabalhos de preparação específica simulando ao atleta a situação de competição.
Coincidem com as competições fundamentais. Respeitam horas e situações diretas de competições.
São de carga suave. Utilizados em períodos de competições longas. São denominados de intermédios. Utilizados também na transição de um ciclo a outro.
São similares aos Básicos, mas com muitos Microciclos de restabelecimento.
CARACTERÍSTICAS:
Desenvolvimento conjunto do volume e intensidade do esforço
Relação carga repouso é balanceada em termos semanais – A semana de alta carga sucede semana com menos carga > De forma a permitir relativa alta carga durante longo tempo e relativa baixa carga durante curto tempo.
É um grupo de unidades de treinamento organizado de tal forma que o ótimo valor de treinamento pode ser obtido em cada unidade. Barbante, 1978.
É um conjunto de atividades e constituem a unidade do treinamento. São as ondas pequenas do treinamento. Dura em geral de uma semana (2 a 7 dias – 1 semana ), com solicitações variadas em termos de Qualidade de Treinamento, variando também a estrutura de esforço
(intensidade e volume) no seu curso. Os Microciclos subdividem-se das seguintes formas:
Preparam o organismo para responder aos trabalhos de treinamento. Tem um baixo nível de incitação. Caracterizam-se por um volume considerável e o nível limitado de intensidade (Quantidade de trabalho). É utilizado no período preparatório, principalmente no Geral e também em alguns, no Especial.
Caracterizam-se por um grande volume global de trabalho e um elevado nível de incitação. Tem como finalidade estimular os processos de adaptação do organismo. Caracterizado pelo aumento de intensidade. Utilizado no Período Preparatório Especial.
Utilizado na preparação do atleta com relação às situações e condições de competição. Modelam regimes e programas de competição. Seu conteúdo é variado, e estão relacionados às etapas de preparação do atleta.
Utilizado ao final de uma série de Microciclos de Choque ou ao final do período de competição. São destinados a assegurar o desenvolvimento ótimo dos processos de recuperação. Exercem um grau débil/baixo de incitação (descanso ativo).
Conformam-se de acordo ao programa de futuras competições, tendo em conta o número de partidas/torneios, e a duração dos intervalos que os separam. Buscam-se atuações regulamentares, em dias, horas, da própria competição. Tem-se em conta o Tapering off (diminuição global) da carga de treinamento.
FUNDAMENTA-SE NA RELAÇÃO ESFORÇO (CARGA) E RECUPERAÇÃO.
Sua construção é influenciada:
Pela particularidade da modalidade esportiva (necessidades).
Pela etapa do processo de treinamento em longo prazo > Qualificação do atleta: Período da periodização.
Pelo objetivo específico do treinamento.
Pela capacidade individual de recuperação > Estado de treinamento e
Pelas condições para o treinamento.
As cargas devem ser estabelecidas de modo a permitir o processo de recuperação do atleta, independentemente do número de sessões de treinamento. Os conteúdos estabelecidos devem ser estabelecidos sem que haja monotonia, ou seja, saturação psíquica.
Ordenar os objetivos e conteúdos das sessões de treinamento de modo que as exigências de coordenação, velocidade, força rápida e máxima ocorram quando a capacidade de rendimento se encontre em um ponto alto. Colocar o treino forte no meio e no fim da semana > evitar que o atleta comece a semana com um cansaço acumulado.
Datas das competições fundamentais e secundárias (calendários de torneios e datas dos eventos). Data de iniciação e finalização de cada período. Data dos controles médicos e provas de eficiência física e técnica (testes de laboratório e de campo).
Meios de controles (testes) e normas a aplicar.
Estrutura do ciclo de preparação (número e tipos de etapas por períodos – Mesociclos).
Distribuição das cargas de treinamento em cada período e etapas.
Freqüência de treinamento por semana, por meses, etc.
Número de sessões de treinamento, semanais, para cada capacidade (ondas pequenas – Microciclos).
Acentos diários, semanais, mensais, etc. (planos operativos).
Conteúdos da preparação (seleção dos meios, métodos e sistemas de treinamentos a utilizar por períodos, etapas, etc.).
Outros (aspectos da vida do atleta – estudo, trabalho, etc.).
É a menor fração do Processo de Treinamento. A estrutura da Unidade de Treinamento depende de:
Objetivos e conteúdo da sessão.
Utilização das fontes energéticas.
Especificidade das diferentes modalidades esportivas.
Na primeira parte são utilizados os exercícios que necessitam para a sua execução de uma recuperação completa e estado psicofísico repousado. Ex. coordenação, velocidade, força explosão e força máxima.
Na segunda parte são utilizados os exercícios que não necessitam para a sua execução de plena recuperação do organismo. Ex. exercícios de resistência, resistência de velocidade e de força. Na terceira etapa são aplicados os exercícios que podem ser executados em condições de estado psicofísico desgastado e sem a recuperação do organismo. Ex. resistência aeróbica.
COMBINAÇÕES MAIS FREQÜENTES:
VELOCIDADE + RESISTÊNCIA ANAERÓBICA
FORÇA MÁXIMA (Explosiva) + VELOCIDADE
RESISTÊNCIA ANAERÓBICA + RESISTÊNCIA AERÓBICA
FORÇA MÁXIMA (Explosiva) + RESISTÊNCIA DE FORÇA
TÉCNICA + OUTRAS QUALIDADES FÍSICAS
DEFINIÇÃO DE ESPORTE OU PROVA
Quando um jogo segue formas corretas de jogar e regra oficial é chamada de desporto (TEIXEIRA, 1995).
O desporto é alimentado pelo espírito de competição, onde o objetivo é a vitória justa e honesta, nas disputas cria situações onde os indivíduos são estimulados a se superar para conseguir o sucesso desejado.
As regras que o desporto obedece são as mesmas em todos os lugares e são determinadas por federações desportivas, e denominadas regras oficiais.
HISTÓRICO DA PREPARAÇÃO FÍSICA PARA O FUTEBOL DE CAMPO
A preparação física no futebol é um dos fatores que mais evoluiu nas últimas décadas e continua evoluindo. O conhecimento do condicionamento físico para o futebol é de vital importância para o sucesso de uma equipe dentro de uma competição.
Os primeiros indícios de treinamento físico no Brasil datam do início do século passado, por volta de 1904. As equipes paulistas tentaram substituir os treinamentos que reproduziam partidas, por outros tipos de treinamentos. O motivo inicial talvez tenha sido a dificuldade de se encontrarem atletas para realização desses treinos. O emprego de exercícios de condicionamento físico, como corridas de 100, 200, 400 e 800 metros, além de luta romana, ginástica alemã e halteres, passou a ser rotina entre as equipes. O importante a ser ressaltado era a preocupação com a força e não com a velocidade dos atletas (SANTOS NETO, 2000).
Finalmente, a primeira atuação de um preparador físico ocorreu na Copa do Mundo de 1954, com a presença em algumas seleções de um elemento junto ao técnico, com a finalidade de dirigir as atividades físicas da equipe (BARROS, 1990).
Na Seleção Brasileira, em 1958, a CBD (Confederação Brasileira de Desportos) convidou um professor, ex-jogador de futebol que exercia a função de treinador em um clube do Rio de Janeiro, para auxiliar o técnico da Seleção. Foi, portanto, o primeiro preparador físico no Brasil. Com o resultado no mundial, surgiram os primeiros preparadores físicos nos clubes. Nessa época, havia o conceito de que o preparador físico deveria ser um homem forte, de hábitos rudes, e que deveria exigir o máximo dos jogadores em atividades estafantes, nas quais não se verificavam os aspectos científicos do treinamento físico. Imperava no Brasil a fase de preparadores físicos militares. Coronéis, majores, capitães, tenentes, sargentos ou até mesmo policiais civis proliferavam nos clubes. Essa fase durou por muitos anos e acarretou sérios problemas entre jogadores e militares (BARROS, 1990).
A importância de um profissional capacitado nos clubes é fundamental. O preparador físico deve estar presente em todas as categorias e não somente na categoria profissional, pois existem intensidades e cargas diferentes para cada faixa etária.
Hoje o aspecto científico do treinamento físico está muito desenvolvido. Os profissionais se especializam cada vez mais utilizando computadores e os mais variados aparelhos eletrônicos possíveis, para determinar o nível de condicionamento e a evolução dos atletas. Portanto, percebe-se que a preparação física evoluiu de tal maneira que seria impensável a falta de um profissional especializado em treinamento físico integrando a comissão técnica de uma equipe.
Segundo TEIXEIRA, (1995), é um esporte coletivo, onde desenvolvem a personalidade, exige uma melhor preparação psicológica para aumentar a autoconfiança e a segurança necessária para um melhor desempenho individual. O atletismo é considerado o desporto de base suas modalidade englobam movimentos necessários a todos os desportos atléticos.
A CORRIDA:
Uma das formas mais primitivas de exercício surgido da necessidade dos homens primitivos de andar mais depressa para fugir de alguns perigos ou perseguir a caça.
CORRIDA DE FUNDO E MEIO FUNDO:
CLASSIFICAÇÃO DA PROVA:
Prova Atlética realizada dentro de uma pista; é classificada como prova cíclica.
SOLICITAÇÃO DOS SISTEMAS ENERGÉTICOS:
A pratica regular da corrida aumenta a capacidade respiratória, melhora a circulação sanguínea e aumenta a força muscular.
Na corrida ultiliza-se de resistência anaeróbica e aeróbica, com um predomínio na resistência aeróbia.
FATORES FÍSICOS PREDOMINANTES:
A corrida de pequenos percursos, o mais importante é a velocidade do atleta, não exige muita resistência, as de longos percursos exigem principalmente de resistência. Corrida de fundo e meio fundo refere-se: Velocidade de deslocamento; Coordenação; Ritmo; Resistência muscular localizada nos membros inferiores; Flexibilidade Descontração diferencial, Descontração total. (TUBINO, 1979).
TÉCNICA E TÁTICA:
Partida: Em que o Atleta procura ganhar impulsos para chegar mais rapidamente a sua melhor velocidade.
Percurso: Em que o atleta procura manter a velocidade.
Chegada: Em que o Atleta cruze a linha de chegada.
Nas provas de resistência os atletas saem de pé, Logo após a partida ao iniciar o percurso, o corredor aumenta gradativamente suas passadas atingindo o máximo de sua velocidade, o corredor então preocupa se em manter essa velocidade com amplos movimentos dos braços.
FATORES PSICOLOGICO:
A concentração é um preparo mental de fundamental importância para a prova de corrida, através da concentração o atleta fará com que os músculos trabalhem em conjunto com a mente e o sentidos realizando movimentos mais perfeitos.
O atleta deve concentrar se quando for realizar a prova, antes da realização de uma corrida ele deve visualizar-se correndo perfeitamente e chegando e primeiro lugar; com essas observações ele vai organizar os movimentos, adquirindo mais coordenação e isto lhe Dara segurança necessária para se aperfeiçoar constantemente. (TEIXEIRA, 1995).
QUALIDADES FÍSICAS:
BARANOV, (1972), identificou para corridas de meio de fundo as seguintes qualidades físicas especificas: resistência aeróbica; resistência anaeróbica; velocidade e força explosiva.
A fase de preparação física especifica exerce uma influência muito determinada, contribuindo para o desenvolvimento das funções vegetativas e motoras do atleta, com ênfase nas qualidades físicas específica da modalidade esportiva.
(TUBINO, 1979).
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE TREINAMENTO PARA CORREDORES
Como preparar um corredor de meio-fundo? Primeiramente deve deixar bem claro, que na preparação de um corredor de meio-fundo é a parte aeróbica. Antes de lançar o atleta no treinamento específico para as provas de meio-fundo, trabalha por cerca de dois anos o seu lastro aeróbico, correr fácil para depois correr forte, esse é o lema. A base aeróbia visa também condicionar o corredor de meio-fundo para quando ele subir de prova, não sentir o efeito psicológico das distâncias mais longas.
Essa primeira fase consiste principalmente em trabalhos de endurance, longos e lentos onde procura trabalhar a parte psicológica do atleta, a paciência para se correr lento por muito tempo, corrigir a postura, trabalhos de força natural (montanha, areia, cross, circuitos).
Após esses dois anos basicamente aeróbicos, passa-se a segunda fase onde o atleta está pronto para o treinamento específico, que consiste em três fases: base, intermediário e de polimento, ou competitivo.
A primeira fase (base) que vai de Novembro a Março, consiste no trabalho de maratoniano, o mínimo de 140 a 180 km/semana.
Novembro – mês totalmente composto de corridas longas.
Dezembro – corridas longas intercaladas de sessões de fartlek.
Janeiro – longos, fartlek, cross e circuitos.
Fevereiro – corridas em montanha, dunas, fartlek e circuitos.
Março – transição da base para o treino intermediário, onde o atleta terá uma sessão por semana na pista do atletismo.
Segunda fase (intermediária) que compreende os meses de Abril e Maio. A quilometragem semanal dessa fase cai para cerca de 120 a 140km/semana.
Abril – duas sessões por semana na pista com repetições basicamente aeróbicas.
Maio – duas sessões por semana na pista de repetições, sendo uma anaeróbica e outra aeróbica.
Terceira fase (competitiva) que vai dos meses de Junho a Setembro. A quilometragem semanal deverá ficar em torno de 100km/semana.
SESSÃO DE TREINO NA FASE COMPETITIVA PARA CORREDOR DE MEIO FUNDO, EXEMPLO DE UMA SEMANA:
Segunda-feira – manhã – 12km 80% do esforço.
Tarde – 40 minutos de grama.
Terça-feira – manhã – repetições totalmente lácticas.
Tarde – 40 minutos de grama.
Quarta-feira– manhã – 16km 50% do esforço.
Tarde – 40 minutos de grama.
Quinta-feira– manhã – repetições intermediárias entre aeróbicas e lácticas.
Tarde – 40 minutos de grama.
Sexta-feira– manhã – 8km 90% do esforço.
Tarde – 40 minutos de grama.
Sábado – manhã – repetições de ritmo (aeróbicas).
Domingo – manhã – 60 minutos de corrida de relaxamento na grama.
Observação: Entre as fases aplica-se uma semana de treino relax.
Depois da forma física ter sido atingida o atleta deve compreender que o treino duro foi completado, que só treino de manutenção e competições devem seguir-se até o final da temporada, com todos os esforços e concentração voltados para as competições. Muitos técnicos e atletas cometem o erro de continuar a treinar duramente depois de ter atingido a forma máxima. Os treinos do dia seguintes às competições devem ser trotes com fins de recuperação.
Preparação para corredores de fundo
Corredor de fundo, Nas corridas de longas distâncias a maior virtude é a paciência. Então a recomendação aos atletas é que não corra forte antes de poder correr fácil. O nome já diz corrida de resistência, então quanto mais quilometragem melhor.
Como foi abordado sobre treinamento de corredores de meio-fundo, o desenvolvimento completo de um corredor de fundo se baseia na mesma premissa, muitos e muitos anos de treinamento para se atingir o máximo do rendimento, nada mais que o óbvio.
A programação consiste em três fases, isto é:
1 – Período de base – Compreende 4 meses, sendo as 4 primeiras semanas basicamente de corridas longas em ritmo lento “endurance”, as 8 semanas seguintes da-se ênfase ao trabalho de força natural, ou seja, corridas em montanhas ou dunas de areia e cross-country, nas 4 semanas restantes passa-se ao treinamento variado que consiste de “Fartlek”, corridas longas e lentas e corridas curtas em ritmo forte a 85% de esforço. A quilometragem atribuída a essa fase do treinamento, deverá obedecer ao lastro dos anos de treinamento de cada atleta.
2 – Período de pré-competição – Compreende 3 meses, onde se introduz o “Interval-training” duas vezes por semana mesclado com trabalho de força, técnica e resistência.
3 – Período de competição– Treinamento de manutenção, não se descuidando das regras básicas para o corredor de fundo, ou seja, resistência, força e velocidade. Foi-se o tempo que para o fundista o primordial era só a resistência, hoje vemos corredores que competem em provas que vão dos 800 metros aos 10.000 metros com a mesma desenvoltura – exemplos clássicos: Said Aoita, campeão olímpico dos 5.000 metros (84) e medalha de bronze nos 800 metros (88).
REFERÊNCIAS:
BARBANTI, V.J. Teoria e Prática do Treinamento Desportivo. São Paulo. Editora USP, 1996.
BRACHT, V. Educação Física e Aprendizagem Social. Porto Alegre. Magister, 1992.
BARANOV, Errores EM El Entreinamiento de los Médio Fundistas Soviéticos Novidades em Atletismo, Centro de documentacion e informacion, Instituto Nacional de Educacion Física y Desportes, nº 1,21-26; Madri, 1972.
HEGEDUS, J de –Teoria General y Especial Del Entreinamiento Deportivo; Editorial Stadium,Buenos Aires, 1973.
LYDIARD, Arthur. Running to the top. Editora Meyer & Meyer Sport, 1995.
SILVA, E.A.V. Esportes e Atividades Físicas. Rio de Janeiro. Guavira, 1997.Silva, V. F. Avaliação Qualitativa em Educação Física. SPRINT. Rio de Janeiro, 1990.
TEIXEIRA, Hudson Ventura. Educação Física e Desporto; Editora Saraiva, 1º Ed. 1995.
TUBINO, Manoel José Gomes. Metodologia Científica do Treinamento Desportivo; Editora Lisa, 1º Ed. 1979.
TUBINO, M.G. Valências Físicas. Editora Brasiliense. Rio de Janeiro, 1990
A QUALIDADE FAZ A DIFERENÇA
Atualmente, há uma grande procura pela prática de atividades físicas. Porém, a falta de orientação especializada e adequada aos objetivos e limitações de cada pessoa acaba por conduzi-las à prática de exercícios sem nenhum tipo de avaliação, pondo em risco a sua saúde, principalmente, àqueles que apresentam fatores de risco cardiovasculares. Isso faz da avaliação física um componente indispensável para a elaboração de um correto e eficiente programa de exercícios físicos.
Na avaliação física analisamos muitas variáveis: antropométricas; composição corporal; análise postural; avaliações metabólicas e neuromusculares; avaliações nutricionais, psicológica e social.
Associando a identificação de parâmetros pessoais de cada um com todas essas variáveis conseguimos descobrir uma ou mais atividades prazerosas para que o indivíduo com elas se identifique, e alcance os objetivos pretendidos sem ser contrariado. Quando uma pessoa não se identifica com algum aspecto de uma atividade física é natural que a abandone.
É difícil alguém continuar por muito tempo algo que não lhe dê prazer. Por isso a necessidade de uma avaliação física, envolvendo todas as variáveis biopsicossociais para que a maioria das pessoas não desista antes de desenvolver o hábito de praticar algum tipo de exercício físico, adquirindo assim seu verdadeiro seguro saúde.
Uma avaliação física utiliza critérios e protocolos bem selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que indique, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado.
Não é possível montar um programa de atividade física (ficha) através do “achismo”, ou boa pra mim, bom pra você. Só é possível fazer um programa de exercícios com qualidade e segurança com uma avaliação física em que se utilize metodologia, protocolos e critérios de avaliação adequados. Além disso, as avaliações físicas devem ser periódicas e sucessivas (Reavaliação), permitindo uma comparação para que possamos acompanhar o progresso do avaliado com precisão, sabendo se houve evolução positiva ou negativa. Dessa forma, é possível reciclar o programa de treinamento e estabelecer novas metas, a qualidade de sua saúde depende de você.
Por Nino Severiano, Adaptado Profa. Daisy Pinheiro.
FELIZ NATAL A TODOS, QUE O SENHOR JESUS ILUMINE SEUS PLANOS E QUE NO ANO NOVO TODOS POSSAM SE REALIZAR, COM SAÚDE E PAZ.
CATEGORIAS: 94, 95, 96, 97 e 98
OBJETIVOS:
· Homenagear o João Bosco dos Santos “Buião”, ex-atleta de futebol Profissional do Clube Atlético Mineiro, Corinthians, Flamengo, Vasco da Gama, Atlético Paranaense e outros, hoje Empresário bem sucedido no ramo transporte coletivo, um colaborador e incentivador do esporte principalmente do futebol de base;
· Oportunizar aos garotos a competição de forma respeitosa, harmoniosa de maneira a contribuir na formação do caráter e cidadania.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
17/10/2009 a 14/11/2009
LOCAL:
Os Jogos Serão Realizados nos Estádios do Vespasiano Esporte Clube, e do Lagoa Santa Esporte Clube
EQUIPES PARTICIPANTES:
Cfals (Centro de Formação de Atletas Lagoa Santa)
Bola e Cia ( Escolinha de Futebol do América Futebol Clube)
VP Vespasiano (Escola de Futebol Vandinho e Palinha)
Nacional Futebol Clube de Santa Luzia
ORGANIZAÇÃO E COORDENAÇÃO:
Ernani Carolino 31- 9897 7999
Nino Severiano 31 – 9915 2678
http://www.ninoseveriano.spaces.live.com
PATROCINADOR:
BUIÃO
Educação Física | Bocaina, SP
Por Bianca Bibiano(bianca.bibiano@abril.com.br)
Acreditar no potencial dos alunos foi um dos aspectos que ajudou o professor Ademir Testa Junior a planejar aulas para as turmas do Ensino Fundamental II na EE Capitão Henrique Montenegro, única escola estadual da cidade de Bocaina, a 248 quilômetros de São Paulo. Ali, um problema – nada raro, por sinal – perdurava há anos: as aulas de Educação Física se resumiam à prática de futebol ou vôlei, e muitos alunos preferiam ficar de canto.
Disposto a mudar essa realidade, Ademir propôs situações para que os estudantes se vissem como protagonistas, adquirissem novos conhecimentos e se sentissem motivados a participar das atividades. Esse foi o eixo do projeto Movimento, Saúde e Qualidade de Vida (conheça os dez encaminhamentos didáticos que fazem todo projeto dar certo).
Ao saber das ideias de Ademir, a turma se surpreendeu. Pela primeira vez, aulas aconteceriam na sala, espaço ideal para debates sobre conteúdos do projeto como alimentação saudável, alongamento e uso de anabolizantes. Divididos em grupos, os alunos aprenderam a pesquisar sobre Educação Física na internet e na biblioteca da escola. “Nesse momento eu auxiliei bastante, porque percebi que era a primeira vez que eles pesquisavam para essa disciplina. Foi preciso buscar fontes seguras e recorrer aos livros de Biologia para entender certos temas”, conta Ademir.
O resultado foi excelente. Os grupos apresentaram seminários – ilustrados por arquivos de Power Point – para aprofundar temas específicos como a relação dos exercícios físicos com a qualidade de vida. “A cada momento surgia uma dúvida nova, que direcionava outras investigações. Eles perceberam que o resultado foi muito bom e não pararam por aí”, comenta Ademir. Enquanto os grupos pesquisavam, ele planejava as aulas práticas. “Era o momento para vivenciar o que tinham estudado, porque cada aula tinha relação com um conteúdo de um seminário. O importante era que eles entendessem o objetivo da aula, sem pensar que Educação Física é aula livre”.
No final do projeto, o conhecimento adquirido foi oferecido à comunidade em um espaço montado numa praça perto da escola. Ali, era possível tirar medidas, pesar-se, calcular o índice de massa corpórea e definir as condições de alongamento. “Foi ótimo! Eles puderam dar dicas sobre o que tinham aprendido. Depois, tive que dedicar algumas aulas para conversar sobre essa ação, pois todos tinham uma história para contar”.
Passado um ano de projeto, alguns alunos montaram um grupo de pesquisa, que se reúne no contraturno e se dedica a aprofundar os conhecimentos em Educação Física. “Eles apresentaram trabalhos até para universitários”, orgulha-se Ademir.
Com 25 anos de idade, Ademir faz parte dos 53% de inscritos no Prêmio com formação em pós-graduação. O projeto vencedor também é tema de sua tese de mestrado, realizada na Universidad El Salvador, de Buenos Aires, Argentina.
http://revistaescola.abril.com.br/premiovc/2009/ademir.shtml