Futcia Sub 08

Categoria Sub 8 Treinador Sr. Célio. Aproximadamente 03 meses de treinamento aos sábados pela manhã…

Confraternização Semana das Crianças Futcia sub 08 x Proj 2º tempo Prof. Marcelo Paiva

Partida realizada no Ginásio da E.E Leonina Mourthe de Araújo, Comemoração Fraternal dos dias das Crianças...

A Consciência…

A consciência, a com ciência…como se existisse uma fórmula para entender o que ninguém consegue explicar, não podemos, apesar de tentarmos desvendar o universo da mente humana.

Conquistar…

A história nos mostra que nas vitórias, nas derrotas, bem como nas conquistas; necessitam apenas de ter: A Coragem e O Medo.
A coragem em vencer e o medo de perder; ambas estarão presente, a escolha é sua. Quem merece vencer é quem não teme perder, a certeza o levará as conquistas.

Futebol pode ser competitivo sem ser trunculoso…

http://www.youtube.com/watch?v=Ylgxgv0b7RE&feature=plcp

http://www.youtube.com/watch?v=2Gq6aAJ54cE

Ronan Zagueiro

http://www.youtube.com/watch?v=INZdnuBkunA

Treinamento de corrida cross country

No Brasil ele não é muito praticado, apesar de não ser difícil encontrar locais arborizados, com percursos irregulares, próprios para um cross country. Os resultados de treinos desse tipo são fantásticos, como provam, aliás, os quenianos e etíopes, que desde criança correm pelo campo

Os corredores com pretensão ao pódio precisam treinar de forma intensa e com orientação profissional, enquanto para a maioria dos seres mortais, entre eles os corredores comuns, bastam que sejam bem DESENVOLVIDAS a capacidade aeróbia, a anaeróbia, a força e a velocidade. Ou seja, a capacidade de resistir por muitos quilômetros a uma velocidade satisfatória, sem se cansar e sem se machucar.

Por vários meses enfocamos o modo de DESENVOLVER a força através da musculação, considerando a importância dessa valência física para o corredor de qualquer categoria. Sabemos também que boa parte dos corredores, por melhores que sejam os álibis, não adota a musculação.

Por isso, uma outra forma de desenvolver a força, a resistência, a VELOCIDADE, a coordenação motora e mais um pouquinho, de forma natural, é o treinamento de cross country. Ou seja, ao ar livre, em terreno acidentado com vários obstáculos naturais, tais como subidas com inclinações diferentes, descidas, troncos de árvores que obriguem saltar, pequenos riachos, grama e terra batida.

Esse tipo de treinamento talvez tenha sido um dos primeiros que surgiu na preparação de corredores, se considerarmos que antigamente, muito antigamente, não existiam tantas ruas asfaltadas, pistas de atletismo, esteiras elétricas e outras facilidades que temos hoje. Corria-se naturalmente pelos campos e vázeas subindo, descendo e transpondo obstáculos.

Os melhores fundistas do mundo, que são os quenianos, têm as suas bases de treinamento calcadas no cross country e não é a toa que são campeões mundiais na modalidade, reinado passado de queniano para queniano. A escola portuguesa também durante bom tempo revelou atletas com bases construídas nesse tipo de treinamento que lá eles chamam de “corta-mato”.

Alguns treinadores chegaram, em épocas passadas, a defender o cross country, alardeando que o atleta bom nesse tipo de prova estava pronto para qualquer outra. A gente sabe que também não é bem assim. Nenhum treinamento é perfeito por si só, embora num percurso de cross bem planejado possamos fazer vários tipos de treinamento, tais como intervalado, fartleck e até os longos controlados volta a volta.

Contam os alfarrábios que o cross country teve origem na Inglaterra, lá por 1870, com uma brincadeira chamada de “caça ao coelho”, jogo em que os PARTICIPANTES ou equipes tinham de fazer um percurso pelos campos, sem errar, marcado com papel deixado por uma equipe adversária, razão pela qual também era chamada de “caça ao papel”. Durante bom tempo foi praticado principalmente pelas universidades em seus campos de rugby.

O sucesso foi tanto que outros países aderiram até ser adotado pela IAAF (Federação Internacional de Atletismo) com regras e distâncias definidas pelas categorias masculina e feminina adulta e juvenil.

AS VALÊNCIAS FÍSICAS DO CROSS COUNTRY

Condicionamento aeróbio

É a principal delas. Para correr 12 quilômetros, medida sugerida pela IAAF para os adultos, em terreno difícil é preciso resistência, como normalmente chamamos essa valência física. Como o percurso normalmente é marcado numa pista de 2 a 4 quilômetros é possível fazer uma evolução de treinamento lento, gradual e progressivo.

Força explosiva e agilidade

Embora não seja a valência física mais importante do corredor fundista, a potência muscular influencia no rendimento global do atleta porque tem a ver com o sustento da velocidade final. Como já vimos em matérias anteriores, potência e velocidade estão intimamente ligadas, uma vez que, por definição, potência é igual à força x velocidade. No treinamento de cross, a transposição de obstáculos, como troncos de árvores e pequenos riachos, que obrigam o atleta saltar, estimula o desenvolvimento da força explosiva. Na prática, em determinadas corridas de rua não é raro o uso dessa valência quando o corredor tenha que se desvencilhar de pequenos obstáculos como saltar para a calçada e voltar para a pista de rolamento, saltar sobre buracos na pista, acelerar para passar na frente de alguém ou até mesmo desviar de transeuntes.

Força resistente

Hoje a maioria dos treinadores concorda com os benefícios que a corrida em ladeira proporciona, principalmente no que diz respeito ao fortalecimento das pernas usando apenas o peso do próprio corpo. Esse fortalecimento não fica restrito às pernas. Todo o sistema cardiovascular se beneficia também, traduzido pelas freqüências cardíacas máxima, mínima e de repouso facilmente comprovado. Na prática, são poucas as provas que não tenham ladeira e muitos os atletas que reclamam delas, geralmente aqueles acostumados a treinar apenas no plano, criando uma falsa idéia que estão bem.

Velocidade plena

Pela lei da natureza tudo que sobe, desce. Se por um lado correr na descida favorece o desenvolvimento da velocidade, ritmo e equilíbrio, em contrapartida só se deve aproveitar a descida se estiver bem preparado para isso, com um treinamento adequado. Por conta do impacto muito maior que três vezes o peso corporal, correr na descida pode gerar problemas de joelho, panturrilhas e toda a musculatura posterior da coxa muito solicitada nessa atividade. Por isso, no início do treinamento de cross country, as descida, como são inevitáveis porque elas estão lá, devem ser feitas com muito cuidado sem nenhuma preocupação de melhorar a velocidade. Suba o mais rápido possível e desça devagar.

Coordenação motora

Essa valência física é estimulada o tempo todo durante o percurso porque é impossível correr sem olhar para o chão sempre irregular. No início, as chances de torções de tornozelo são maiores, mas com o tempo o corpo começa a estimular o mecanismo reflexo e o pé já não vira com tanta facilidade. Além disso, essa irregularidade do piso acaba desenvolvendo os menores músculos do pé e os profundos da perna (que ficam por baixo dos mais conhecidos e/ou entre os ossos) proporcionando mais estabilidade no gesto esportivo.

Ritmo

Essa é uma palavra que faz parte do vocabulário do corredor, mas que poucos conseguem aplicar na prática. É comum ao final de uma prova os corredores comentarem que fizeram “tantos minutos por quilômetro”. Na verdade dividem o tempo pelos quilômetros da prova, mas não fizeram a média em toda a corrida. A maioria sai mais forte do que chega, exatamente porque treina assim. O treinamento moderno e que dá confiança ao atleta é dividir a prova em três terços. Largando com certa tranqüilidade, entrar no ritmo proposto no segundo terço e se possível até aumentar no terceiro. Como geralmente um percurso de cross se monta num traçado de dois a quatro quilômetros, é muito fácil treinar ritmo fazendo passagens progressivas, mais rápidas. Além do mais, isso permite começar fraco, para melhor dominar os obstáculos, escolhendo a melhor técnica de transposição de cada um. Outro fato interessante é que, por melhor ou pior que seja o percurso no conceito de cada um, sempre aparecem um ou mais trechos interessantes, que permitem aumentar a velocidade ou que cada corredor tenha mais domínio. Ou seja, fazendo uma analogia com as corridas de carros, seriam os pontos de ultrapassagem.

Conclusões finais.

Qualquer que seja o objetivo de cada um no esporte, desde o simples desejo de bem estar e qualidade de vida até a busca de desempenho de elite, a preparação física vem se aperfeiçoando cada vez mais com técnicas aprimoradas. Derrubar novos recordes é cada vez mais difícil, mas são derrubados. Ao cidadão comum as novas técnicas representam mais segurança e também é preciso fazer tudo certinho e planejado. Nos preparamos para fazer cursos, concursos, casar, descasar, ter filhos, netos e tudo o mais. A prática esportiva sem um mínimo de organização não leva a lugar nenhum. Só a lesões.

Fontehttp://revistacontrarelogio.com.br / Edição 170 – 11/2007 –  Luiz Carlos de Moraes

Anvisa alerta para risco de consumo de suplemento alimentar

O consumo de alguns suplementos alimentares, como Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros, pode causar graves danos à saúde das pessoas. É o que alerta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em informe, publicado nesta terça-feira (10/7).

De acordo com o alerta da Agência, alguns desses suplementos contêm ingredientes que não são seguros para o consumo como alimentos ou contêm substâncias com propriedades terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico.  Os agravos à saúde humana podem englobar efeitos tóxicos, em especial no fígado, disfunções metabólicas, danos cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e, em alguns casos, levar até a morte.

“O forte apelo publicitário e a expectativa de resultados mais rápidos contribuem para uso indiscriminado dessas substâncias por pessoas que desconhecem o verdadeiro risco envolvido”, afirma o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, José Agenor Álvares. O alerta da Anvisa ressalta, ainda, que muitos desses suplementos alimentares não estão regularizados junto à Agência e são comercializados irregularmente em nosso país.

Segundo o diretor da Anvisa, são produtos fabricados a partir de ingredientes que não passaram por avaliação de segurança. “Esses suplementos contém substâncias proibidas  para uso em alimentos como: estimulantes, hormônios ou outras consideradas como doping pela Agência Mundial Antidoping”, explica Álvares.

DMAA

Recentemente, a Organização Mundial de Saúde, por meio da Rede de Autoridades em Inocuidade de Alimentos, alertou que vários países têm identificado efeitos adversos associados ao consumo da substância dimethylamylamine (DMAA), presente em alguns suplementos alimentares. O DMAA é um estimulante usado, principalmente, no auxílio ao emagrecimento, aumento do rendimento atlético e como droga de abuso.

Essa substância,  que tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, pode causar dependência, além de outros efeitos adversos, como insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas, e pode levar a morte. Alguns países já proibiram a comercialização de produtos que contém DMAA, como Austrália e Nova Zelândia.

“O DMAA tem sido adicionado indiscriminadamente aos suplementos alimentares, apesar de não existir  estudos conclusivos sobre a sua dose segura”, afirma Álvares. No Brasil, o comércio de suplementos alimentares com DMAA também é proibido.

Na última terça-feira (3/7), a Anvisa incluiu o DMAA na lista de substâncias proscritas no país, fato que impede a importação dos suplementos que contenham a substância, mesmo que por pessoa física e para consumo pessoal. Entre os suplementos alimentares que possuem DMAA estão: Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros.

Importados

A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados na Anvisa. Entretanto, esses suplementos não podem ser importados com finalidade de revenda ou comércio ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proscritas no país, como é o caso do DMAA.

Cada país controla esses produtos de maneira específica e, em muitos casos, não são realizadas avaliações de segurança, qualidade ou eficácia antes da entrada desses suplementos no mercado.  “Os consumidores devem estar atentos e checar se esses suplementos foram avaliados por autoridades sanitárias do país de origem e se não foram submetidos ao processo de recolhimento”, orienta o diretor da Anvisa.

Brasil

No Brasil, alimentos apresentados em formatos farmacêuticos (cápsulas, tabletes ou outros formatos destinados a serem ingeridos em dose) só podem ser comercializados depois de avaliados quanto à segurança de uso, quando se considera eventuais efeitos adversos já relatados. Além disso, precisam ser registrados junto à Anvisa antes de serem comercializados.

De acordo com o diretor da Anvisa, produtos conhecidos popularmente como suplementos alimentares não podem alegar propriedades ou indicações terapêuticas. “Propagandas e rótulos que indicam alimentos para prevenção ou tratamento de doenças ou sintomas, emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e podem conter substâncias não seguras para o consumo”, alerta Álvares.

Confira aqui o alerta da Anvisa sobre o caso
 

Dicas para identificar suplementos que não estão regularizados no Brasil
– Promessas milagrosas e de ação rápida, como “Perca 5 kg em 1 semana!”;
– Indicações de propriedades ou benefícios cosméticos, como redução de rugas, de celulite, melhora da pele etc.
– Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de diabetes, artrites, emagrecimento, etc.
– Uso de imagens e ou expressões que façam referência a hormônios e outras substâncias farmacológicas;
– Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira;
– Uso de fotos de pessoas hiper-musculosas ou que façam alusão à perda de peso;
– Uso de panfletos e folderes para divulgar as alegações do produto como estratégia para burlar a fiscalização;
– Comercializados em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora, endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor.
Recomendações aos consumidores
Se você usa ou tem intenção de usar “suplementos alimentares”, a Anvisa recomenda:
– Solicite auxílio de seu nutricionista ou médico para a identificação de produtos seguros e regularizados junto à Anvisa;
– Desconfie se o produto for “bom demais para ser verdade”! Ter um corpo definido e emagrecer nem sempre é rápido ou fácil, principalmente de forma saudável;
– Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA na composição devem buscar orientação junto à autoridade sanitária local sobre a destinação adequada dos mesmos;

– Mais informações podem ser obtidas junto à Central de Atendimento da Anvisa: 0800 642 9782

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Fonte: http://portal.anvisa.gov.br Postado em 10 de julho de 2012

Devemos respeitar os direitos dos outros e com sabedoria adquirir os nossos direitos respeitados…

Acontece que o ser humano valoriza mais o que tem do que pode conquistar, não desenvolve esforço algum como se fosse eterno o que se tem, exemplos da humanidade nos mostra que Deus inventou o trabalho, o homem e as coisas, para que do trabalho o homem adquirisse as coisas e os bens necessários para sua sobrevivência. Hoje em dia a maioria das pessoas querem conseguir muitas coisas sem ao menos projetar trabalhos para isso. Entendo que o sucesso sem trabalho é fracasso…

A concorrência cada vez maior, nos mostra claramente que se não respeitarmos os direitos dos outros nunca conseguiremos adquirir os nossos direitos respeitados. Deste modo, enquanto valorizarmos a conquista desenfreada e de qualquer modo; a luta por igualdade de condições na humanidade ficará cada vez mais distante.

ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE INTEGRAL

ACSM (American College of sports Medicine) cita, o conceito de saúde definido na carta de constituição do Comitê da OMS (Organização Mundial de saúde 1983), é o completo bem estar físico social e mental e não apenas ausência de doença ou enfermidade. Sendo assim, a vida não é só trabalho, lazer ou curtição. É um pouco de tudo de maneira bem equilibrada. Isso vale para o sujeito que precisa estar bem disposto e desfrutando de qualidades físicas tais como a força, o condicionamento aeróbio e a flexibilidade do seu dia-a-dia se refletindo em melhor qualidade de vida.

Existem várias formas de se promover à saúde dos indivíduos, uma delas é o Exercício Físico. É considerado como exercício físico, qualquer movimento executado que provoque uma contração muscular com gasto de energia podendo ser classificada como, atividades estruturadas e não estruturadas.

As não estruturadas são aquelas executadas no dia-a-dia como caminhar, subir escadas, pedalar, dançar, cuidar do jardim, afazeres domésticos, jogos, etc… Tais atividades são classificadas como de baixa intensidade e são recomendadas, para prevenir doenças crônicas como as do coração. A (ACSM), reconhecem o valor dessas atividades como promotoras da saúde e bem estar físicos.

As atividades estruturadas, chamadas de exercícios propriamente ditos, são aquelas programadas previamente com o intuito de melhorar o condicionamento geral do corpo. Segundo o ACMS, o exercício é imprescindível para a promoção da saúde e, na sua falta, pode gerar inúmeros problemas como: pressão alta, fraqueza geral, insuficiência cardíaca, envelhecimento precoce, flacidez muscular, falta de flexibilidade, e outros.

Segundo Morgan, o exercício está relacionado, também, com o bem estar mental e emocional, reduzindo o estresse, depressão e ansiedade nos indivíduos.

Assim, o papel do exercício é prevenir doenças crônicas, bem como, diminuir seus fatores de risco nos indivíduos praticantes. Porém devemos ressaltar que indivíduos aparentemente saudáveis e aqueles com doenças crônicas sejam avaliados com relação a importantes fatores de saúde, antes de se iniciarem um programa de atividades físicas, bem como em se tornarem fisicamente mais ativas.

 Referência:

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (2000) – Teste de Esforço e Prescrição de exercício. 5a Ed. Rio de Janeiro, Revinter.